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É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição Especial - Ed. 18 - Manual Básico de Armas de Defesa Ago / Set 1990

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Editorial

Ao longo dos quase 10 anos de publicação da revista MAGNUM sempre percebe-se uma lacuna no segmento nacional das Armas de Fogo e Munições:a inexistência de uma literatura que introduzisse o iniciante no manuseio e na prática segura desses instrumentos.

Igualmente, nossa atenção nesse caso sempre foi despertada para os problemas de segurança (ou insegurança) que são gerados pelo manuseio incorreto de Armas de Fogo e Munições, uma vez que essa incorreção pode ser fatal e quando ocorre é tão explorada pela mídia que se volta celeremente contra todos os apreciadores do tema.

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Revista Magnum Edição 132

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Editorial

NEM AO MEL NEM AO FEL

Notícias de todo calibre chegam por aqui, batendo palmas à porta da MAGNUM. Ideias, conceitos, normativas, produtos, serviços e eventos. Em notícias oficiais, ou mesmo em oficiosas, conteúdos positivos animam, reestruturam perspectivas e fazem de sorrisos hipóteses mais próximas e concretizáveis. Muito ainda está por vir, é certo e límpido, e ninguém por aqui comemora jogo visivelmente inacabado, antes do apito final, antes de agitada a bandeira, antes da faixa rompida ao peito, ou antes do espocar dos primeiros rojões; nem saberíamos dizer ou contar se existirá momento assim, tão claro e caldo. Talvez sim; talvez não; talvez algo na metade do caminho entre não e sim, por serem muitos os vincos e dobras desse imenso e confuso pacote chamado Brasil.

Exclusivamente sobre otimismos galgam os que não enxergam a vida como ela está. De outro lado, em mesmo módulo, mas com sinal invertido, vive galgando sobre pessimismos quem desiste previamente, capitula precocemente, larga o fuzil e abandona o sorriso, permitindo que lágrimas amargas entoem o fado eterno a, desgraçadamente, apoiar reclamações rabugentas; reclamações de quem preferiu antecipar a própria e uivada comiseração a seguir silenciosa, honrada e bravamente tentando sustentar fogo. Muito existe de leviandade em um sorriso fácil e invariavelmente pronto; muito há de covardia em dificultar a chegada espontânea de m sorriso iluminado. Nem tanto ao fel nem ao mel.

Se, em uma das mãos, sentimos o severo e doloroso aperto quebra ossos advindo das ásperas políticas desarmamentistas, temos a obrigação de sentir, na mão que restou, o cálido afago das novidades, verificáveis em vários cantos, país afora e país adentro. Afago materializado em novos desenhos de clássica marca nacional que a demonstram atenta ao mercado; o advento da portaria COLOG #28; menor dificuldade em localizar modelos de armas importadas e importadores deles; vaporosos rumores sobre fábrica de armas de fogo estrangeira que se implanta em Goiás; novas liberações ou libertações de alguns calibres de semiautomáticas, anteriormente defesos ao esporte; a maior quantidade de conhecidos nossos, de fora do meio, que hoje abertamente se declara curiosa quanto à prática do tiro e ao desejo de experimentar; um crescente número de vídeos, circulantes às redes sociais, mostrando e revelando provas, campeonatos e trechos deles, dizendo sobre as mais diversas modalidades do tiro esportivo.

Aqui, na revista, nós seguimos simplesmente escrevendo, ajeitando os passos e galgando sobre a realidade, sem perder a chance de esboçar sorriso nos rostos, porém sem dá-lo de maneira irrestrita, geral e gratuita; absolutamente! Assim como enxerga o Coronel Paes de Lira, primeiro presidente da ABPLD, “O objetivo dela [MAGNUM] é contribuir para a formação de uma cultura de armas no Brasil, preservando, destarte, em última análise, o espírito combativo nacional.”

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Edição Especial - Ed. 44 - Manual de recarga e munições - Dez / Jan 2012

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Editorial

Muitos anos se passaram desde que nossos trabalhos anteriores foram publicados: A Recarga de Munições no Brasil (1990) e Conhecendo Melhor a Recarga (1996), ambas atualmente esgotadas. A procura de novos praticantes da recarga por essas edições especiais da revista Magnum, nos levaram a preparar esta nova edição e assim suprir as necessidades desses novos adeptos.

Salvo o lançamento de alguns novos equipamentos e de tipos de pólvora e projéteis, não ocorreram grandes alterações no que foi apresentado nessas edições especiais. Todavia, inúmeros trabalhos publicados na Revista Magnum após a edição especial de 1996, estão sendo aqui incluídos, tornando essa nova edição mais técnica, completa e atualizada. Pela inexistência de alterações significativas, alguns textos, desenhos, fotos, processos e equipamentos mostrados nas edições anteriores foram aproveitados, mas quando necessário, atualizados e complementados.

Alguns dos Leitores das edições anteriores irão notar a ausência de dois capítulos: Fundição de Projéteis e Transformação de estojos Berdan em Boxer. A explicação é simples: com relação à fundição de projéteis, em face da atual facilidade em adquirir projéteis no mercado, ninguém mais (inclusive o Autor) efetua fundição de projéteis, sempre tediosa e que apresenta riscos de queimaduras e intoxicação de chumbo. Por outro lado, a transformação de estojos Berdan em Boxer praticamente deixou de ser necessária, já que todos os estojos oferecidos atualmente pela CBC são do tipo Boxer.

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Revista Magnum Edição 140

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Editorial

Como de costume

Estou na rua, pergunto se ela quer que leve algo para casa. Ela está fora de casa, me pergunta se quero algo da rua. É hábito que temos, há tempos, desde que partimos para dividir companhia e contas sob o mesmo teto, há mais de dez carnavais.

Ora é limão, ora leite, ora é água com gás. Uma revista, papel-toalha, pó de café, ou cerveja...  ora um vinho de mesa. Varia o troço. Varia bastante. Mas ninguém atrapalha ninguém -- claro que não (!) -- pedindo algo ou alguma coisa que esteja fora do trajeto.

Na sexta-feira passada -- dia cinco de junho deste dois mil e vinte --, ela perguntou se eu queria algo do shopping Colinas. Contou que, voltando de reunião em Jacareí, passaria por lá, atrás da troca de um “sei-lá-o quê de vestir”, indo depois para casa, de onde seguiríamos até Gonçalves, na Mantiqueira geralista. Eu, que detesto shoppings e vinha enrolando (e enrolando e enrolando e enrolando...) para ir conhecer as instalações da nova unidade da Arsenal Guns & Ammo -- loja do meu amigo Chico Pinto -- enxerguei ali a subitânea e conveniente oportunidade de ajudar a loja, sem pisar o piso com as botas, fazendo da cara-metade a procuradora em uma primeira comprinha.

Nesse shopping joseense, a Arsenal fica no piso superior, bem perto dos caixas eletrônicos, vis-à-vis à tal da loja onde ela iria fazer a troca do “sei-lá-o-quê de vestir”. Não seria quase trabalho nenhum...  e a compra era pouca.

Pedi que trouxesse um tijolo de .22 LR, metade high-speed, metade comum, para fazer latinha voar. Uma calibre 20, Boito Reuna, e duas caixas de cartucho qualquer, slug, pra deixar com o caseiro. Também duas caixas de .44 Boar -- a versão .44 WCF +P+, que a CBC lançou, inda agorinha, comemorando o primeiro aniversário do novo governo. A javalizada, em Gonçalves, infelizmente está fervendo (...).

Fosse em outra fase, fosse nos governos passados, compra assim seria coisa cara, burocraticamente inviável e nunca, mas NUNCA poderia ser delegada a um portador, mesmo que à esposa. Como -- graças a Deus (!) -- os tempos são outros, entre o estacionamento de chegada, as lojas, a troca, a compra, pacotes e saída, Diana não perdeu mais do que trinta ou trinta e cinco minutos.

Ela fez a compra no meu CPF, que é atrelado ao dela, e que automaticamente comunica as agências de controle. Pagou os R$ 665,ºº totais com o nosso cartão da Cooperativa de Crédito do CAC e, com a ajuda de um aprendiz de balcão da Arsenal, molecão de uns dezesseis, Diana levou os pacotes de espingarda e munição até o porta-malas, estendendo gorjeta, e saindo ao estacionamento do Colinas com a exata mesma tranquilidade de quem sai das compras da quitanda, do açougue, ou da adega. Como sempre. Como SEMPRE deveria ter sido.

(nota: escrito pelo Caio Bava, o texto aqui é ficcional e conta de um futuro próximo [...] e desejado.)

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Edição 32 - Ano 5 - Novembro/Dezembro 1993

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Editorial

Visões imbecis

As frases a seguir foram escritas em jornais e revistas, etc, proferidas em programas de rádio e televisão, repetidas por autoridades militares e policiais, por políticos idiotas, por jornalistas sensacionalistas, padres falsamente piedosos, defensores de direitos humanos dos bandidos, etc, enfim todos os imbecis que crêem gostar de armas de fogo seja indicador de personalidade violenta.

Talvez sua impressão numa revista de armas soe – a esse mesmo público – de maneira a indicar o quão ridículo elas são...

Temos que proibir...
É um absurdo!
Todos armados agora?
As bases devem ser consultadas...
Veja bem...por outro lado...
Ah sim! Devem ser proibidas!
Ah necessidade de uma ampla discussão...
O povo não está preparado!
Isso é coisa de bandido!
Que se proíbam todas!
Proibimos todas, depois vamos analisar caso por caso...
“Porte de arma indeferido”
Estamos estudando o assunto...
Isso é coisa de polícia!
Liberar? Quanto levo nisso?

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