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É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição 57 - Ano 10 - Março/Abril 1998

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Editorial

Duas verdades e uma certeza

O dito popular “ano-novo vida nova” não pode ser encarado como verdadeiro no segmento brasileiro de armas e munições.

Não obstante, a nova legislação brasileira de controle das armas de fogo pretensamente deve ter sido feita para atingir todos os segmentos da população, porém verifica-se que ela apenas restringiu e/ou retirou direitos de cidadão honestos. Para comprovação disso basta sabermos que o número de homicídios na Grande São Paulo, n último carnaval, aumentou mais de 30% em relação a igual período do ano anterior.

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Revista Magnum Edição 141

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Editorial

…MAS NÃO SERÁ DA NOITE PRO DIA.

Ao velho lojista de arma de fogo muito tem sido bradado, Brasil afora, e antecipadamente comemorado, com direito a ufanistas ilustrações, como a do Patolino (Duffy Duck) com charutão aceso na boca e maços de dinheiro ao pano de fundo. Coisas à la “...time is up: the world..,  once more..,  is yours ..!”.

Acreditamos sim que a mudança no curso do “rio político” vá trazer de volta o desejado. Lojista que não soçobrou e integra tão tradicional, necessário, específico e recentemente tão perseguido e apenado tipo de comércio -- sujeito que já assistiu, há pouca década, a tempos animados, livres e muito férteis --, deverá ser recompensado pela heroica manutenção de seu estado de alerta.

Vida longa aos pertinazes e previdentes, aos que tenham se mantido documentados e prontos pra agir (!). Bordeando, mas sem entrar fundo em parábolas, fica a ideia da sabedoria universal de estar preparado e...  assim permanecer -- como um “...homem prudente, que construiu sua casa sobre a rocha. Caiu a chuva, transbordaram os rios, sopraram os ventos, que deram contra aquela casa, e ela não caiu, porque tinha seus alicerces feitos sobre a rocha.”

A noção é de que ter permanecido aprontado seja o trunfo, o que manteve o sujeito e o manteria com os pés fincados em terra firme, aptos a fazerem reerguido seu corpo, quando finalmente chegada a possível oportunidade. Isso é estar preparado pra sorrir, sem ter salsinha escapando aos dentes; preparado pra se desnudar, perante uma oportuna e desejável dama, sem morrer de vergonha por mostrar o corpo encardido; preparado pra receber uma visita, ou carona inopinada, sem ter que ficar pedindo mil desculpas pela limpeza geral da casa...  ou do carro.

Seja pensando num sujeito, num ser humano, que manteve fortes e irrigados os músculos e que, na hora agá, consegue explosivamente reagir a uma emergência sem se contundir, ou seja pensando num esquema comercial, numa pê-jota, que se manteve documentada, apta e disposta e que, na hora agá, consegue energicamente responder a uma melhora considerável do mercado a que se fez destinada.

O lance todo é fulcrado na manutenção do preparo.

Tudo isso..,  todo esse palavrório..,  pra contar de uma situação cujas melhoras vesperamos e não ingênua ou simplesmente esperamos. Mas vesperamos, mesmo e de verdade. Tudo isso pra contar de gente que vai ter que conservar a paciência -- por mais algum tempo --, mas contar de pê-jota que vai ter que se acostumar à ideia de que, graças ao bom Deus, terá valido a pena aguardar...  e brigar...  e pagar...  e esperançar.

O sol já vai (re)nascer ..! Os

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Edição 105 - Ano 17 - Abril/Maio 2009

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Editorial

A ilusão do desarmamento

A completar 05 anos neste 2009 que praticamente se inicia, o Estatuto do Desarmamento reproduz fielmente um velho ditado popular: O tempo é o senhor da verdade. Quando o populista governo resolveu promover legislação restritiva de direitos constitucionalmente assegurados, muitos se manifestaram, ações de inconstitucionalidade foram ajuizadas, predominando exclusivamente o poder, a força política que ironicamente foi fortemente utilizada em prejuízo do povo, dos cidadãos honestos que viram e sentiram o cerceamento do direito à propriedade, do direito à segurança e do próprio direito à vida. Não foram suficientes os nefastos exemplos demonstrados: Grécia antiga, em 430 aC; Turquia, de 1911 a 1917; Rússia de Stalin, em 1917; União Soviética, de 1929 a 1953; China, de 1948 a 1952; Alemanha, de 1938 a 1944; Uganda, de 1971 a 1979; Camboja, de 1975 a 1977; países em que seus governantes, sob a enganosa bandeira do desarmamento, promoveram famigerados massacres humanos.

Por outro lado, de nada valeu a comprovada e fartamente demonstrada experiência negativa de países como Austrália, Canadá, Inglaterra e Jamaica, que optaram pela política do desarmamento e terminaram por absorver significante majoração dos índices de criminalidade e violência. Razões de soberania nacional como o sucateamento da indústria bélica nacional, a colocação brasileira de 3º lugar como vendedor de Armas Curtas nos EUA e os problemas estratégicos de cunho militar e policial da legislação foram relegados. A perda de 100 mil empregos diretos proporcionados pela indústria bélica brasileira; e respectivos tributos, também não foram considera dos.

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Revista Magnum Edição 135

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Editorial

POR GOSTO, POR ATAVISMO, POR JAVALIS E PELA LEGÍTIMA DEFESA

Digamos por nós, colecionadores, atiradores, profissionais de segurança, amantes das armas, caçadores brasileiros, digamos por nós mesmos: Não queremos armas para atirar em alguém. Aliás, ninguém. Acreditamos que, embora armas tenham sim sido criadas também para esse efeito, não é o que buscamos, mesmo em estado de guerra onde a condição de autopreservação é efervescente.

Queremos ter armas porque simplesmente gostamos de armas de fogo. Por gostar de desenho industrial e admirar a indústria de transformação e os “mistérios vulcânicos” da metalurgia. Porque gostamos de história e, justamente por esse gosto, entendemos e acreditamos que homens e armas sejam indissociáveis, sendo indissociáveis também os avanços da humanidade a partir dessa união.

Afetos ao mato, obedientes às normas, queremos com armas caçar javali, também búfalo, amargosa, lebrão, etc . De última hora, queremos comprar aquela espingarda em casa agropecuária, à vizindade dos nossos sítios, ranchos, chácaras e fazendas, e não como quem compra “uma arma”, mas sim uma trivial e útil ferramenta de campo. Queremos comprar pólvora e chumbo e escorva nesses armazéns também para que, à mesa da cozinha, depois da ceia, façamos nossas cargas, simples e metódicas, a martelo e soquete

Talvez queiramos ver rack de arma longa em interior de caminhonete, sobre o vidro traseiro, vendo a partir daí menos roubo de gado. Queremos propriedades rurais herméticas aos invasores de qualquer espécie, quadrúpede ou bípede, e assim queremos também as propriedades urbanas, livres de invasões que não sejam as dos amigos e parentes nos momentos apropriados.

Talvez queiramos poder dar de presente a esses amigos e parentes, queridos e merecedores, uma arma de fogo, sem que precisemos pensar se registro vai permitir ou vai impedir o regalo. Que seja sim operação documentada, porém fluida e viável.

Armas, queremos para dar tiro em latinha, quebrar prato no ar, deitar pepper popper, furar papel e papelão. Ainda que, em legítima defesa, possamos eventualmente ter um outro alvo, tendo arma por instrumento. Uma questão dada a escolhas (Deus nos livre!) cuja premência seja imposta pela vida real, do passado, do presente e do futuro, seguindo, obedecendo sempre a inexigibilidade de conduta diversa.

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Revista Magnum Edição 137

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Editorial

TODOS A BORDO!

Não é fase para desentendimentos. Por mais que haja todo um contingente que, estagnado no tempo, se valha de hinos arrogantes e provocativos como “...se cuida, imperialista, a América Latina vai ser toda socialista...”, por mais que haja isso e tomemos conhecimento, salivando de vontade de brigar, fato é que não dá.

Não há mais tempo nem lugar para isso.

Estamos no fi m dos anos 2010. Neste 2018, comemoramos 1 século desde o armistício da Primeira Grande Guerra. No dia de hoje, estamos precisamente a 1 ano, 8 meses e 3 dias do início dos anos 20 do século XXI. Não existe mais circunstância para separações internas. Não mesmo. Principalmente num país que conserva algum significado perante o mundo justamente em função da extensão de seu território e do milagre da língua única.

Embora somente meia dúzia dos nossos ainda transite por arrabaldes das teorias falidas e ineficazes do comunismo-socialismo, ou tateiem seus limites, fato é que nós, que entendemos a saudável satisfação que traz o universo das armas de fogo, em política nos concentramos maciçamente ao centro à direita. E ao centro à direita nos reconhecemos, ao centro à direita nos entendemos e ao centro à direita nos respeitamos.

Nosso problema, portanto, não se resolve com debates internos ao nicho. Temos que evocar o que sobra  de tranquilidade em nossas entranhas e estender o discurso, de modo brando, “sem sacar o revólver”, àqueles que reconhecidamente não estejam do nosso lado e se tenham acostumado a nos chamar ora de seres otários, ora de seres violentos.

E é hora de regar e adubar sementes de heróis de verdade, simplesmente valorizando, aplaudindo e “viralizando” atitudes normais de homens normais e honestos, evitando excessos e acessos. Evitando enxergar herói em quem não o seja, evitando igualmente a aniquilação de quem esteja só praticando inocência útil, por ser muito jovem ou por ser muito mal informado.

Não pregamos covardia, absolutamente. Acreditamos no entendimento, nunca na capitulação. E é difícil a dosagem disso tudo. Muito difícil a têmpera desse aço. Se muito duro, o aço quebra e, se muito mole, entorta e também não cumpre função.
No fundo, sem se deixar fazer proselitismo, bom entendimento nasce do conversar com os mais jovens, desinformados por pouca estrada, e do conversar com os mais limitados e inocentes, às vezes mais velhos, desinformados por pouco estudo ou extemporânea ingenuidade.

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