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É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição 29 - Ano 5 - Julho/Agosto 1992

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Editorial

A “bomba” Norte – Americana

Sérias fontes norte-americanas nos informam sobre o nascimento de um poderosíssimo movimento de fabricantes daquele país contra a indústria brasileira de Armas Leves.

Já não é mais segredo que os 3 maiores fabricantes de Armas leves são hoje responsáveis, juntos, por cerca de 28% do mercado norte-americano para esta classe de armamentos. Na edição da revista “Insight The Shooting Industry” (de circulação dirigida a jornalistas da área e revendedores de armas) distribuída durante o último SHOT Show, o Brasil é apontado como sendo o maior exportador dessa classe de armamentos para os EUA, sendo seguido (de longe) pela indústria italiana e alemã.

Esse justo motivo de orgulho para todos os aficcionados nacionais está, entretanto, muito distante de agradar os fabricantes norte-americanos por alguns motivos extremamente válidos para os quais chamamos atenção não só de nossos leitores, mas também – e principalmente – das autoridades brasileiras envolvidas no processo de aprovação e importação de armas estrangeiras ao Brasil.

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Edição Especial - Ed. 56 - Pistolas Nº. 9

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Editorial

Nesta Edição Especial o Leitor encontrará alguns ícones no que se refere a Pistolas e que fizeram história pelo ineditismo. É o caso da polêmica Gyrojet, a qual empregava, como projéteis, pequenos foguetes. A Colt Double Eagle é outro bom exemplo: uma 1911 de ação dupla, tentando conquistar uma fatia de mercado até então desconhecida da famosa Fabricante. Ambas são, hoje em dia, disputadas por Colecionadores.

Dentre as pouco conhecidas aqui no Brasil, temos a coreana Daewoo e uma pistola germânica, pouquíssimo importada, a Korth (basicamente em função de seu elevado preço). Das conhecidas, a Coonan (variação da 1911 em .357 Magnum) puxa a fi la, seguida da Manurhin (versão francesa das espetaculares Walther PP/PPK) e da canadense ParaOrdnance (que chegou a ser uma das preferidas dos Atletas do Tiro Prático em muitas nações).

A Jericho, de alguma fama em nosso País, é uma criação israelense, a qual tem uma versão similar (Baby Eagle) fabricada nos EUA pela Empresa-irmã Magnum Research. A espanhola Astra aqui também está representada, assim como a Resolver (italiana de pequeno volume, em calibre .380), fechando desse modo esta publicação que, como sempre, busca agrupar peças de Armamento por tipo, dessa maneira indo ao encontro daqueles Leitores que, particularmente, buscam mais informações específi cas sobre modelos de seu agrado.

Garantimos que a leitura deste Especial será prazerosa em função da escolha primorosa das matérias de MAGNUM e que agora podem ser lidas em conjunto. Assim, bom divertimento!

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Edição 77 - Ano 13 - Fevereiro/Março 2002

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Editorial

Editoriais costumam ter um título e discorrem sobre de ter mi na do assunto ou múltiplos assuntos, relacionados ou não entre si, se o título assim o sugerir.

Porém, em função das últimas e funestas ocorrências em nosso país, há tantos assuntos importantes que é mui to difícil elaborar um editorial com somente um título e, se fosse realmente necessário colocar apenas um aqui, ele tal vez fosse um tropicalista “Geléia Geral”, ou ainda um carnavalesco “Samba do Crioulo Doido”, ambos títulos de músicas genuinamente nacionais e de grande sucesso.

Continua...

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Edição 70 - Ano 12 - Agosto/Setembro 2000

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Editorial

Obedecer às Leis

Nas palavras do Dr Roberto Campos, conhecido economista e diplomata, além de ex-deputado federal, senador e ministro do Planejamento, nosso país está cheio de trágicas estatísticas, sendo o maior exemplo aquela que diz respeito ao número de mortes por crime, igual aos do s acidentes de trânsito. Ele também discorre sobre nossas restritivas leis referentes à compra e ao porte de armas, lembrando que os bandidos não compram armas em lojas, obtendo-as pelo contrabando, como subproduto do tráfico de drogas.

Para ilustrar seu ângulo de observação, o ilustre economista baseia-se na quantidade estimada de pistas de pouso clandestinas de nosso território (aproximadamente 1200, principalmente nas áreas fronteiriças) e prevê que o projeto SIVAM, o qual permitirá o monitoramento por satélite do contrabando de drogas e armas, fará muito mais para a repressão da violência do que o projeto governamental de desarmar cidadãos inocentes.

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Edição Especial - Ed. 54 - Revólveres do Oeste selvagem

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Editorial

Oeste o que?

O Oeste Selvagem - ou Velho Oeste - esteve intimamente ligado ao desenvolvimento das armas de fogo. Um pouco por desejo, muito por necessidade, é hoje certo que elas estejam bastante mais associadas a tal período do que a qualquer outro da história americana. Em remotas porções territoriais do oeste dos EUA, durante o século dezenove, lei e ordem compunham por vezes um conjunto vazio. Melhor amiga do homem, a arma de fogo era efetiva grande parte da vida por lá.

A borda se mantém delineada pelo rio Mississippi por muitos anos, rio que corta os EUA de norte a sul, desde oeste dos Grandes Lagos até o delta de Nova Orleans. É então considerado território selvagem, inóspito, com pouca possibilidade de se tornar em lar, tudo o que a ocidente desse rio estivesse. Com a compra do território da Luisiana, em 1803, providenciado seu desbravamento, tem início em ano seguinte o chamado Velho Oeste. Os EUA se expandem, gradualmente, rumo ao desconhecido e imenso além-fronteira.

Frequentemente, se diz Velho Oeste apenas quando em referência aos últimos trinta e cinco anos do século dezenove, contados desde 1865, desde o fim da Guerra da Secessão. Mais adequado tratar quase todo esse século ao fazer uso do termo no entanto e, de forma mais precisa ainda, ter em mente os oitenta e seis anos passados entre 1804 e 1890, respectiva e formalmente, dele início e desenredo.

Velho Oeste é uma expressão. Também Oeste Selvagem, como muitos preferem. Denomina a relação entre um período histórico e a grande porção territorial dos EUA a oeste do rio Mississippi. Abrange história, geografia, política, personagens, sabedoria popular e manifestações culturais.

Aquisições de territórios e anexações são sua marca registrada. Compromissos políticos, tratados e acordos com nações estrangeiras e população nativa.

Conquistas militares, implantação e manutenção de lei e de ordem. Isso tudo se soma às inovações tecnológicas e maciças migrações de estrangeiros, e os EUA se expandem, de costa a costa, abastecidos pela convicção na divina predestinação, supostamente vinda de Deus, dita Manifest Destiny. Algo como “Destino Claro” ou, enfim, “Sorte Evidente”. Divina predestinação a abonar e justificar inclusive apropriação de territórios, matança e deslocamento forçado dos nativos, posto que TUDO integrasse um projeto sagrado, infinitamente maior.

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