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É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição 15 - Ano 3 - Abril/Maio 1989

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Editorial

As Armas no Engraçado País do carnaval – I

Não é mais possível que fiquemos calados!

O descalabro de algumas autoridades brasileiras em relação a Armas de Fogo chega a ser cômico, não fosse, em realidade, algo trágico para com os que as apreciam.

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Edição 117 - Ano 19 - Janeiro / Fevereiro 2013

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Editorial

Quentin Tarantino & Machado de Assis – ou resgate & respeito

No dia dezoito, uma sexta feira deste janeiro, estreou em cinemas daqui Django Livre (Unchained Django - EUA, 2012). Filme de Velho Oeste, assinado por Quentin Tarantino, diretor, produtor, roteirista e ator de cinema, cujas narrativas extravagantes e nãolineares são dele marcas registradas.

Embora carregue algumas falhas cronológicas, relacionando as armas ao período supostamente retratado, honestamente aplacadas pela liberdade poética, o filme traz algumas coisas de muita, muita importância pra todos nós. A atuação de Christoph Waltz, com certeza, é uma delas.
Mas, a bendizer por aqui, esse filme nos traz resgate. Tarantino, aliás, é mestre em resgate. Busca, por exemplo, ator que anda sumido. Resgatou John Travolta, em Tempo de Violência (Pulp Fiction – EUA, 1994). Também David Carradine, em Kill Bill (EUA, 2003). Em Django Livre, o diretor resgata Franco Nero que - é minha triste opinião - não vem se mantendo exatamente popular nos últimos anos. Enfim, resgata figuras que vinham injustamente curtindo, admitido ou negado, certo ostracismo. Para além de um dos atores, em Django

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Edição 111 - Ano 18 - Novembro/Dezembro 2010

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Editorial

Não sei contar de onde vem meu amor pelas armas. Desde quando me entendi por gente, elas já faziam parte; estavam em mim. Sei que meu gosto por leitura, o pouco de inglês que conheço, a escolha da minha profissão, boa parte do meu círculo de amizades, minhas convicções políticas, bem como outros tantos elementos, faces, telas e segmentos da minha vida, todos nasceram, crescem e se desenvolvem nas armas.

Inteiro com a ideia de que a história das armas se confunde com a história do próprio homem, conto simplesmente “Crer”. Crer na defesa de pessoas e coisas. Crer na legitimidade e naturalidade da Caça.

Crer nos esportes ao ar-livre; na liberdade; na coleção que zela a história. Crer no uso lúdico e sensato do bom e velho pau-de-fogo. Crer no direito de ter armas e de poder mantê-las.

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Edição 104 - Ano 17 - Novembro/Dezembro 2008

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Editorial

Assim como acontece com os “guarda-metas” - antigamente conhecidos por goal keepers e hoje chamados de Goleiros - na profissão de Policial há pouco lugar para erros, pois sempre haverá alguém, a posteriori, a “meter o pau” na atuação desses Profissionais, principalmente os que ignoram os meandros técnicos que norteiam o trabalho deles.

Assim, é nosso dever lembrar, primeiramente, de uma quadrinha muito válida em horas como essas: “das coisas que me recordo/há uma que me entristece:/quando acerto ninguém lembra/quando erro ninguém esquece”.

Onde ficaram os inúmeros acertos da Polícia? Desse modo, logo após o início do incidente envolvendo os jovens de Santo André (grande São Paulo, SP); e praticamente em concomitância a um enfrentamento entre Polícias aqui neste Estado, em função de sempre negada entrevista com o Governador visando necessárias melhorias salariais, surgiram os “bosquejadores de plantão” tentando explicar, com nomenclatura errônea e absoluto despreparo quanto aos assuntos em pauta, sequências nas quais os menos citados foram, efetivamente, os responsáveis pela tragédia final de uma situação de reféns.

Ninguém duvide que ingerências externas baseadas numa tentativa de “ficar bem” acabaram por desalinhar o trem da Inteligência, dando lugar a conjeturas que não passariam pelo mínimo exercício da Lógica. A embasar tal assertiva, observe as seguintes considerações: O governo de São Paulo - incapaz de reconhecer situações nas quais a alternativa letal deve ser considerada - sempre acha estar fazendo o melhor quando pede (ou ordena?) que uma ação dessas se prolongue até a exaustão (ou que deixe de ser notícia) e torce para que a opinião pública não venha a crucificá-lo no day after. Foi assim no episódio do Carandiru e em tantos outros onde “vilões politicamente incorretos” foram elencados da noite para o dia.

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Edição 66 - Ano 11 - Setembro/Outubro 1999

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Editorial

Não devemos esmorecer!

A comunidade brasileiras dos apreciadores de armas de fogo deu, por conta do ameaçador projeto antiarmas que tramita no congresso nacional excelente demonstração de união e força. Por todo o país formaram-se grupos de pessoas que trabalharam (e ainda trabalham) arduamente para preservação de uma das mais básicas liberdades individuais de um povo: o direito a defesa.

Felizmente, graças a esse trabalho todo considerável parcela da população brasileira que não estava desperta para o problema em si sensibilizou-se e tomou partido a favor daqueles que apreciam as armas e que querem tê-las, desde que devidamente regularizadas.

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