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É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição 21 - Ano 4 - Setembro/Outubro 1990

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Editorial

Os verdadeiros culpados

Nestas épocas de eleições, movimentos totalmente espúrios, principalmente por parte de políticos (a maioria dos quais primaram por mandatos de absurdo e absoluto imobilismo), pseudo-entendedores de armas e sua aplicação tática, jornalistas mal-formados nas faculdades brasileiras de comunicação da atualidade (as quais infelizmente, grassam em cada esquina do País...) e outros elementos claramente mal intencionados conseguem sensibilizar aquela (grande) parcela desinformada da população, tradicionalmente composta por sacerdotes que se crêem politizados, beatas, inocentes úteis e outros que nunca têm posição própria, então, inocentes úteis.

Assim, o que eram inicialmente apenas ilusões paranóicas de um grupelho desonesto até para consigo mesmo, por um fenômeno de comunicação típico de países com baixo índice cultural como o Brasil e através da incansável repetição, acabam por se multiplicar, tornando-se uma “verdade irrefutável”

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Edição 70 - Ano 12 - Agosto/Setembro 2000

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Editorial

Obedecer às Leis

Nas palavras do Dr Roberto Campos, conhecido economista e diplomata, além de ex-deputado federal, senador e ministro do Planejamento, nosso país está cheio de trágicas estatísticas, sendo o maior exemplo aquela que diz respeito ao número de mortes por crime, igual aos do s acidentes de trânsito. Ele também discorre sobre nossas restritivas leis referentes à compra e ao porte de armas, lembrando que os bandidos não compram armas em lojas, obtendo-as pelo contrabando, como subproduto do tráfico de drogas.

Para ilustrar seu ângulo de observação, o ilustre economista baseia-se na quantidade estimada de pistas de pouso clandestinas de nosso território (aproximadamente 1200, principalmente nas áreas fronteiriças) e prevê que o projeto SIVAM, o qual permitirá o monitoramento por satélite do contrabando de drogas e armas, fará muito mais para a repressão da violência do que o projeto governamental de desarmar cidadãos inocentes.

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Edição 53 - Ano 9 - Julho/Agosto 1997

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Editorial

Caça regulamentada: a última alternativa!

“O resultado desastroso que colhemos em matéria de destruição ambiental, depois de 497 anos de legislação restritiva, e que não leva em conta nem a natureza humana nem a realidade do país, mostra que há algo fundamentalmente errado na maneira como nossas autoridades ecologistas têm encarado a questão. Se quisermos a floresta em pé, temos que atribuir-lhe um valor econômico maior do que ela teria transformado em carvão. E no mundo inteiro, mais do que com o turismo ecológico, atividade limitada pela própria natureza, foi com a organização da indústria de caça e da pesca esportiva que se resolveu esse problema.

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Edição Especial - Ed. 04 - Legislação Brasileira sobre Armas & Munições

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Editorial

Ao se iniciar os comentários de como a obra foi elaborada, faz-se necessário uma explicação para situar o leitor no assunto. Na consulta ao trabalho poderá causar-lhe espécie notar que o Ministério do Exército é responsável pela elaboração de grande parte das portarias sobre o assunto. E uma pergunta pode surgir: o que habilita o Exército a legislar sobre tal matérias?

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Revista Magnum Edição 127

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Editorial

ARMAS TERRORISMO E LÁGRIMAS!

Fechamos 2015 com a aprovação, em Comissão Especial, do Projeto de Lei 3722, do Deputado catarinense Rogério Peninha. O texto aprovado, do deputado Laudivio Carvalho, difere bastante do texto original e não agradou a todos, mas seja como for é um enorme avanço na retomada de um direito que vem nos sendo retirado gradualmente há décadas.

O tramitar de qualquer projeto de lei no Brasil é de uma complexidade e morosidade acachapantes: o próprio Estatuto do Desarmamento, com pleno empenho de todo o governo, dos presidentes da Câmara e do Senado, vigência do chamado Mensalão e apoio de praticamente toda a imprensa, levou 5 anos para ser aprovado. Neste semestre ainda poderemos ver o nosso PL indo para votação em plenário da Câmara; e lá se travará mais uma batalha.

O fracasso do desarmamento na contenção ou diminuição dos crimes violentos deixa cada dia mais clara a necessidade urgente de mudanças na lei atual - e muitas pessoas até então isentas estão levantando essa bandeira, algo que tem causado grande preocupação aos defensores das restrições. No mundo a posição dos desarmamentistas também não é nem um pouco confortável: com os ataques terroristas em Paris, Copenhague, Hotel Radisson em Bamako, Universidade de Garissa, jornal satírico Charlie Hebdo e outros, ficou claro que leis restritivas, por mais fortes que sejam, não são capazes de impedir que terroristas tenham acesso às Armas de Fogo.

O Secretário-Geral da Interpol, Ronald Kenneth Noble, disse à ABC News que uma das únicas maneiras de impedir os terroristas de atingir alvos desarmados (“soft targets”, em inglês) seria permitir que cidadãos portassem Armas de Fogo em locais públicos e que as chamadas “Gun-Free Zones” deixassem de existir. Vejam bem, que disse isso não foi um diretor da NRA, do MVB ou de qualquer entidade pró-defesa. Quem disse isso foi o diretor geral de uma das mais conceituadas entidades policiais do mundo; e isso não é para ser desprezado.

Se no Brasil e no mundo o ano de 2015 não foi nem um pouco positivo para os adeptos do monopólio da força nas mãos do Estado, 2016 promete ser ainda pior. No último dia 5 de janeiro, Obama foi às lágrimas ao anunciar suas medidas executivas (que independem do Congresso) para limitar e restringir a posse de armas em solo norte-americano. Se as lágrimas soaram falsas, suas medidas foram piores ainda: mostraram aos Republicanos e a muitos Democratas favoráveis ao armamento que Obama não pensaria duas vezes em rasgar a Constituição se poder tivesse para isso. Para o antiarmas, restou a sensação de que tudo aqui era uma enorme farsa. E era mesmo! As medidas ou já estavam em uso ou foram abandonadas no passado por não apresentar nenhum resultado real. Um enorme tiro no pé.

No Congresso, os dois partidos foram responsáveis e rechaçaram todas as investidas de Obama. O motivo é muito simples: nunca as taxas de crimes violentos foram tão baixas nos EUA.

Em resumo, não tenho nenhum medo de afirmar que 2016 será um bom ano no que diz respeito à nossa liberdade. Será um ano de muita luta (não será fácil), sendo necessário que cada um se empenhe nisso, mas tenho a certeza de que teremos doze meses que refletem meus votos a todos vocês: que o Ano Novo seja repleto de boas lutas e grandes vitórias!

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