Editorial
O Sucesso Que Incomoda
Infelizmente, o sucesso de Magnum incomoda muita gente... E quem são estas pessoas? A nosso ver são pela ordem: 1) os que têm medo da modernidade; 2) os frustrados, que por motivos vários não conseguem bem editar algo similar; 3) aqueles que ainda professam o velhíssimo jogo do "é dando que se recebe" (que, por incrível que possa parecer, também existe, e muito, no mundo nacional das Armas & Munições) e 4) os galatos ou, como preferimos chamar: "inocentes inúteis" que entram no seríssimo mundo da informação técnica especializada para, com sensacionalismo, divulgar somente preferências particulares, conceitos espúrios, outros não devidamente embasados ou até mesmo tentando transformarem-se, da noite para o dia, em ídolos do segmento.
A direção de Magnum não se importa, em absoluto, com tais tipos, suas tentativas ou anseios. Ela respeita todas as posições, desde que lógicas, inteligentes e apolíticas, mas respeita muito mais e principalmente o grande público brasileiro que aprecia Armas & Munições, este sim total merecedor de toda a atenção porque foi, e é, aquele que trouxe, e traz, o imenso sucesso e credibilidade que a revista hoje tem.
Magnum, senhores, não nasceu com outros objetivos senão os de levar conhecimento, técnica e atualização em Armas & Munições ao aficionado nacional. A publicação nasceu pelas mãos de homens de marketing e comunicação, de há muito antes de seu evento já profundamente envolvidos com a importante busca da real qualidade que todo produto deve ter para ser considerado bom.
Nestes 7 sete anos de atividades ininterruptas, 1 de extenso planejamento e mais 6 de efetiva edição da revista, Magnum tomou-se porta-voz dos apreciadores nacionais de Armas & Munições e nunca enganou seus leitores ou tentou, de alguma forma, manobrá-los. Ela sempre propiciou, verdadeiramente, o que as pessoas pagam com prazer para ter: informação realmente profunda, pesquisada e de ponta. E, o que é melhor, dentro de alta qualidade gráfica e, como convém a qualquer veículo verdadeiramente técnico e especializado, sem ser político.
A junção de todos esses fatores é que construiu e consolidou a imensa credibilidade de Magnum, gerando uma grande tiragem, com excelentes índices de venda em todo o território nacional, alguns países da América do Sul e em Portugal. Esta é a grande lição que ela, gratuitamente, hoje pode oferecer a todos os que desejam publicar algo dentro do mesmo tema: preocupem-se em verdadeiramente informar, abrir novos caminhos, ter profundidade, extrema técnica, qualidade e agir de forma apolítica.
Há gente que edita coisas que não levam a nada e, ao contrário do que supõem essas pessoas, quem as lê rapidamente dá-se conta de que foi enganado.
Atualmente, o amante nacional das Armas & Munições está sendo alvo de uma série de publicações menores que pouco ou nada fazem para tornarem-se maiores. Isto, sinceramente, nos entristece sobremaneira, pois Magnum não tem, ainda, de fato e de direito, uma digna parceira para auxiliá-la na tarefa maior que é, justamente, bem divulgar nosso segmento e sua seriedade.
Ao contrário dessa gente, Magnum sempre lutou, e lutará, duramente para realmente mudar alguma coisa no triste panorama nacional das Armas & Munições, onde leis estranhas e atitudes idiotas continuam sendo desenvolvidas por falsos conhecedores da matéria. Com verdadeira tristeza notamos que a maioria dessas pequenas publicações continua com amadorismos e, o que é muito pior, agora trilha um perigoso caminho político e de hipocrisia.
Você, leitor de Magnum, deve fazer questão de conhecê-las, lendo-as atentamente e comparando-as com nossa publicação. Não apenas as folheie; leia-as de cabo a rabo e analise-as em detalhes, observando o grau técnico e redacional de seus articulistas, etc., a fim de buscar o que elas se propõem a oferecer, que deveria ser informação verdadeira, profunda, apresentada de forma técnica e desprovida de partidarismos ou tendências. O mais importante, entretanto, é após a leitura das mesmas tecer comentários, críticas e análises e enviá-las aos editores, como fazem conosco.
Cremos que esta atitude por parte de nossos leitores realmente despertará essa gente e mostrará, definitivamente, que os hipócritas políticos nacionais do passado ligados a Armas & Munições apenas conseguiram mesmo complicar as coisas com leis descabidas, normas claustrofóbicas e prévia desconfiança dos cidadãos brasileiros e honestos que apreciam esses itens.
Mais do que isto, cremos que uma postura bem analítica e crítica por parte dos leitores seja sábia e irá mostrar a muito anunciante aonde ele está pondo seu dinheiro, bem como poderá, quem sabe, realmente revelar novos e verdadeiros valores, com o que todos ganharemos.
Neste momento, é extremamente importante frisar que Magnum não teme, e nunca temerá, uma digna concorrência com real qualidade, pois desde o princípio seus editores sempre mostraram o quanto acreditam no produto e na verdadeira abertura de caminhos novos e inteligentes para o panorama nacional de Armas & Munições.
A prova irrefutável disto é que sempre tivemos papel, fotos e impressão de primeiríssima qualidade; uma custosa equipe de articulistas nacionais e internacionais de alto gabarito e extremamente especializados e um ágil departamento comercial, sempre de mãos dadas com os anunciantes, fazendo o que é possível para facilitar a divulgação e promoção das empresas do segmento.
Tudo isto, senhores, revela definitivamente a extrema crença que temos no produto Magnum e a plena consciência de nossa missão profissional, presente até nos momentos mais difíceis da economia do país, onde a qualidade e profundidade da publicação não se alterou. E se hoje ela incomoda, mesmo assim, muita gente, isto é também uma prova cabal de seu poder como a maior publicação sul-americana de Armas & Munições, a qual conseguiu abrir definitivamente um duro e corajoso caminho justamente para que as outras pudessem existir.
As batalhas de nossa luta em prol de um Brasil que entenda cada vez mais e melhor de armas de fogo sempre tiveram 3 três vencedores: os consumidores, ou o mercado em si, as empresas do segmento e nós, os homens de comunicação ligados a Armas & Munições. Isto é uma prova de que trilhamos, juntos, um caminho acertado e promissor. E este caminho se fez com a dura, duríssima, voz de Magnum.
Ao longo desses anos, Magnum tornou-se um patrimônio do mercado e apenas conseguiu isto porque sempre exercitou a coerência de não enganar ninguém com falsa polidez ou política, sendo sempre uma dura e clara crítica daquilo que considera ilógico e idiota.
Acreditar que adotando uma postura menos dura pudesse frutificar é total prova de ingenuidade, muitíssima ingenuidade, e desconhecimento de preceitos básicos de marketing e comunicação, muitos dos quais foram, diversas vezes, adotados em situações similares em outros países, tais como ocorrido com publicações especializadas do mesmo segmento nos EUA, França, Espanha e Argentina e frutificaram.
Quando completamos com esta edição nosso 6º ano de publicação ininterrupta e mantendo extrema qualidade sob qualquer aspecto, é necessário afirmar, definitivamente, que o "enfant terrible" em que se transformou Magnum continuará a ser claro, sagaz e duro crítico das atitudes idiotas, ilógicas e hipócritas no mundo nacional das Armas & Munições.
Os "pais" de Magnum são técnicos verdadeiramente apolíticos que não desejam deixar a seus filhos o triste estigma do passado em relação a Armas & Munições e que não levou a nada, conforme verificamos na continuidade de atitudes mesquinhas e falsamente polidas, escondendo, no fundo, grandes desejos de se manobrar um público ávido por informações técnicas, só técnicas, e mudanças inteligentes.
Quem ainda tem o direito de perder um tempo preciosíssimo nessa difícil empreitada de um melhor legado que, imperiosamente, temos o dever de deixar para nossos filhos?
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