É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição 101 - Ano 17 - Janeiro/Fevereiro 2008

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Editorial

Passados os fogos de artifício, começamos um novo ano; e com a certeza de que, para nós, o já passado 2007 trouxe várias alegrias - dentre as quais a mais marcante foi, efetivamente, o sucesso que conseguimos com nossas Edições Especiais, as quais tiveram o condão de cair nas graças de nossos Leitores.

Como o escopo básico das publicações citadas foi - e é - permitir o acesso daqueles que nos acompanham a matérias pertencentes a revistas já esgotadas, vimos com alegria que essas Edições Especiais conseguiram seu intento.

Além disso, notamos que, além daqueles que há uma ou duas décadas nos acompanham, está sendo criada uma nova geração de Leitores; e isso pudemos perceber graças às cartas que sempre recebemos e também em visitas (técnicas ou para a prática do Desporto) que sempre fazemos a Clubes/Estandes de Tiro e também a Fabricantes e Lojas do nobre Segmento de Armas & Munições.

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Revista Magnum Edição 134

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Editorial

DE REPENTE 30!

Bang! Na velocidade de um disparo se vão 30 anos desde que comprei o meu primeiro exemplar da revista Magnum. Eu tinha 16 anos e tomava um gelado em uma sorveteria na Cidade Ocian, litoral de São Paulo, onde vi outro garoto com a revista em mãos. Embora fosse um menino absolutamente tímido, não pensei duas vezes em perguntar onde ele tinha arrumado aquela maravilha. “-Na banca de jornal”, respondeu com certo entusiasmo. Corri para lá e lá estava! No Editorial, uma carta fi ctícia de um pai para um fi lho que, em um futuro não muito distante, explicava que havia deixado uma Arma de Fogo para ele, escondida, proibida; e que ele deveria manter segredo absoluto sobre o fato. Naquele momento eu me dava conta que havia no mundo pessoas dispostas a proibir aquilo que para mim era uma paixão. Centelha acesa que, com o passar dos anos, só cresceu.

E se passaram 30 anos! E aquele jovenzinho tímido está aqui agora escrevendo, orgulhosamente, mais um editorial desta Revista. Vi muita coisa acontecer. Vi meu pai comprar pastas masculinas que vinham com coldre de fábrica - tamanha era a naturalidade do porte de armas. Vi meu pai esquecer seu INA .32 Long em cima no teto do carro e ser avisado por um policial rodoviário no caminho para São Paulo. Não, ele não foi nem parado por isso. Vi gente comprando munição, pólvora, espoleta e chumbo em lojas de ferragens em Minas Gerais. Vi-me parado pelo Garra, da Polícia Civil de São Paulo, com a minha arma e apenas o registro, sem o porte - e tudo que levei foi uma bronca e o conselho de procurar a delegacia para requisitar a autorização. Vi minha pasta se abrir no Metrô, 50 cartuchos de .38 se espalharem pelo chão do vagão e ninguém sair correndo, muito pelo contrário, ajudaram-me na captura das “fugitivas”.

Mas também vi o porte ser transformado em crime por Fernando Henrique Cardoso. Vi as primeiras discussões para a proibição total, tal qual naquele editorial de tantos anos atrás. Vi a demonização das armas como se tivessem vida própria e poderes sobrenaturais hipnóticos capazes de transformar o mais pacato cidadão em um frio assassino. Vi velhinhos sitiantes de 80, 90 anos sendo presos por conta de uma espingarda calibre 28 com registro vencido.... Triste. E vi a aprovação do fracassado Estatuto do Desarmamento enfi ado goela abaixo de todos nós e comemorei a nossa vitória no referendo de 2005!

E vi as pessoas acreditando cada vez menos na intromissão do Estado, na imposição do desarmamento e deixando de acreditar que isso era uma solução para criminalidade e violência. Vi mais de 400 pessoas no lançamento do livro Mentiram Para Mim Sobre o Desarmamento; em sua maioria jovens com menos de 25 anos. Vi plateias cheias, ávidas e vívidas na busca de informações reais sobre armas. Vi entrevistas, debates acachapantes, vi a Internet ser tomada por aqueles que lutam pelo direito de Defesa. Vi enquetes, transmitidas ao vivo, cujos resultados deixaram jornalistas de boca aberta. Vi o congresso sair de 8 deputados favoráveis às armas, para, hoje, quase 200! Eu vi deputados e senadores serem aclamados por proporem projetos de revogação da lei atual.

Hoje eu vejo um futuro próximo promissor, olho com o otimismo de quem já viu muita coisa boa, muita coisa ruim - mas nunca fechou os olhos para nada disso e, claro, a Revista MAGNUM estava aqui sobre minha mesa todos esses anos. Parabéns e vida longa!

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Edição 07 - Ano 2 - Setembro 1987

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Editorial

Armas Políticas

Impõem-se Modificações!Exatamente, até com “M” maiúsculo!

Analisando o contido na “nova” Constituição brasileira, mesmo sob os mais benévolos olhos e concessões, nota-se uma repetição do passado, apenas com nova linguagem, no tocante às Armas de Fogo. Em síntese, elas continuam sendo marginalizadas, não entendidas e até malditas, em ambos os sentidos: amaldiçoadas e mal vistas!

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Edição 80 - Ano 13 - Agosto/Setembro 2002

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Editorial

Tempo de eleições. Essa é a hora em que milhões de brasileiros vão às urnas para escolher seus representantes.

Contudo, a maioria esmagadora dos que aí estão concorrendo nem vão lembrar, após serem eleitos, que desempenharão suas novas funções representando alguém por sinal, uma verdade doída mas que não pode ser contestada.

Nossa publicação nunca foi política. Politizada, sim!

Podemos afirmar, de cadeira, que nunca recomendamos a nossos caros Leitores que votassem em Fulano ou Sicrano, já que a nós não cabe o papel de indicar quem quer que seja, mas sim exigir respostas e ações de qualquer um que consiga, através do voto, chegar aonde seus desígnios o levaram.

Continua...

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Edição 11 - Ano 2 - Junho/julho 1988

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Editorial

O CLAMOR POLICIAL

Parte do trabalho de um sério veículo de comunicação, principalmente quando ele é dirigido, é representar e externar os anseios da comunidade com relação aos assuntos periféricos, informando autoridades sobre os fatos importantes que merecem atenção, estudo e modificações.

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