É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição 34 - Ano 6 - Julho/Agosto 1993

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Editorial

Visões inteligentes

Entender-se definitivamente que gostar de Armas não significa ser violento ou agressivo;
Conscientizar sobre as armas de fogo ao invés de simplesmente proibi-las;
Liberar calibres mais modernos e eficazes tanto para a prática do esporte do tiro quanto para a defesa;
Acabar com a lei (inconstitucional idiota) que não permite a venda de armas de fogo usadas antes de decorridos 6 anos do seu registro;
Permitir a venda de armas de fogo usadas em estabelecimentos comerciais do ramo;
Promover a anistia para com armas de fogo estrangeira que estão em mãos de cidadãos honestos, porém sem registro;
Tornar o porte de armas de fogo com validade realmente federal;
Entender definitivamente que a polícia não é onipresente e que, em termos de defesa ter e usar uma arma de fogo é, muitas vezes a diferença entre a vida e a morte.

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Edição Especial - Ed. 49 - Especial Pistolas nº 7

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Editorial

Todas as vezes nas quais resolvemos elaborar mais uma Edição Especial de MAGNUM, instala-se na Redação uma verdadeira ''clínica'' (outros poderiam chamá-la de brainstorming) no sentido de ''temperar'' a escolha de matérias para compor um bom resultado final. Desse modo, ficamos a ''cranear'' o que Você mais esperaria de nós, seja por uma questão estatística ou, ainda, pelo conhecimento que - acreditamos - temos dos gostos e preferências daqueles que nos acompanham.

Como todos sabem, os Especiais de MAGNUM – os quais são, basicamente, voltados aos Leitores que perderam um ou outro número de nossas publicações ou que, ainda, desejam fazer uma ''revisita'' a alguns dos assuntos enfocados - se pautam pelo agrupar de diversos artigos sobre um dado Tema, desse modo facilitando a busca por determinados artigos.

Neste, que agora Você tem em mãos, voltamos ao assunto Pistolas; e a explicação para isso é bem simples: as referidas armas são, na atualidade, as mais comuns na mídia e em utilização, tendo, de certa forma, desbancado os revólveres como preferência de escolha dos Consumidores de Armamento no Brasil e no mundo – talvez pela maior quantidade de munição, talvez pela beleza intrínseca de seus métodos de funcionamento ou, ainda, pelas soluções de engenharia nelas presentes.

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Revista Magnum Edição 145

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Editorial

UMA GRANDE MUDANÇA SE INICIA...

Os avanços conseguidos por este novel Governo Federal nos dão conta de que os calibres proibidos ao tempo do ditador Getúlio Vargas começam a ser liberados ao Cidadão comum, ou seja, aquele que passar pelos exames e verificações de praxe (psicológico, de manuseio e, claro, de antecedentes criminais) e neles for aprovado.

Com isso, alguns cartuchos que eram tão somente “objetos de desejo” passarão, doravante, a “normais”. Em outras palavras, ficaremos livres do jugo a nós imposto durante aquele período ditatorial e que pouco mudou com o passar dos anos.

Então, ao Brasileiro eram apenas permitidos armas e cartuchos nos calibres .22, .32, 7,65 mm e .38 (para armas curtas. Para carabinas era permitida a utilização do .44 Winchester, não Magnum) até que um de nossos Ministros da época, ao ouvir os apelos de pessoas de bem que julgavam tais calibres abaixo dos níveis considerados suficientes; e então essa mirrada lista teve a adição do .380, mas paramos por ali.
E, depois de tantos anos (décadas, para sermos mais exatos) de nós, amantes do Tiro e partidários da utilização de Armas de Fogo como objetos de Defesa, pleitearmos as mudanças que são agora anunciadas, surge uma nesga de Liberdade nesse horizonte que, anteriormente, se mostrava tão sombrio e caminhando na direção de exemplos de outros países de cunho ditatorial.

Desse modo, aqueles calibres anteriormente considerados como “que matam mais” (dito interno aqui na MAGNUM) são agora - e finalmente - liberados para o público consumidor-alvo, qual seja, aquele que pode possuir as armas que sempre desejou e dentro da legalidade. Afinal, a bandidagem nunca precisou esperar por leis que a favorecessem, haja vista que maus elementos nunca precisaram de quaisquer licenças para portá-las e utilizá-las.

De maneira mais sábia buscou-se, agora, fazer alguma limitação de calibres em função da energia* liberada no disparo (aqui entram Velocidade e Peso do projétil) - algo com muito mais sentido do que apenas o embasamento no diâmetro de um dado projétil, como era antigamente, já que, para exemplificar, tanto o .357 quanto o 9 mm (e até o .380) o tem praticamente igual àquele de um .38 SPL.

Ainda faltando uma certa definição entre calibres “restritos” e/ou “proibidos”, mesmo assim o Consumidor poderá desfrutar de bem maior gama de calibres - como acontece em outros países pelo mundo afora - e, consequentemente, alavancando o mercado de armas & munições, ou seja, aumentando a produtividade do parque nacional (com isso, criando um maior número de empregos diretos e indiretos) e brindando o Brasileiro com possibilidades que antes lhe eram negadas, seja por ingerência política (interna ou externa) ou coisa pior, por parte daqueles que nada entendem do assunto e que, contudo, tendo o poder para tal, usam e abusam de Seguranças armados que lhes garantem, em pleno, a liberdade de ir e vir sem se preocuparem com roubos, sequestros e outros perigos desse tipo.

Assim, nós de MAGNUM antevemos um grande e próximo salto na evolução econômica e cultural de nossa amada Nação em função de atitudes acertadas de nossos atuais governantes. Não é simples otimismo! Trata-se, apenas, de observação dos rumos, notáveis, pelos quais estamos passando - e quem isso não reconhece ou repudia, às vezes até mesmo como massa manipulada e pouco consciente, sem dúvida, estará trabalhando em função de interesses escusos que pouco a pouco vêm sendo desvendados, *N. da R.: O máximo de energia agora autorizada é de 1505 joules - número que abrange a grande maioria dos calibres que anteriormente eram vetados à utilização por civis e, para que o Leitor possa dimensionar tal dado, basta lembrar que uma carabina ou pistola no desejado calibre .40 (o mesmo de emprego por muitas de nossas Polícias) o tem por volta de um máximo de 670 joules.

Os calibres que ainda restam como não permitidos são, por exemplo, o 5,56 mm (.223) e o 7,62 (.308), ou seja, ainda não chegamos ao nível, por exemplo, dos EUA. Continuam ainda proibidas as armas automáticas, ou seja, aquelas capazes de disparar em rajadas, como metralhadoras de mão e certos fuzis que apresentam tal capacidade.

Tudo pode ser resumido na criação de novos parques fabris e, ainda, um incremento na importação de armas (lembrando que tais instalações industriais poderão até mesmo se dedicar à exportação de produtos nacionais). E, para encerrar, listamos agora os calibres e armas que, doravante, poderão também ser comercializados em Lojas:
9 mm P, .357 Magnum, .40 S&W, 10 mm e .45 ACP.

Lincoln Tendler
Coordenador Técnico da Área Internacional

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Edição 80 - Ano 13 - Agosto/Setembro 2002

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Editorial

Tempo de eleições. Essa é a hora em que milhões de brasileiros vão às urnas para escolher seus representantes.

Contudo, a maioria esmagadora dos que aí estão concorrendo nem vão lembrar, após serem eleitos, que desempenharão suas novas funções representando alguém por sinal, uma verdade doída mas que não pode ser contestada.

Nossa publicação nunca foi política. Politizada, sim!

Podemos afirmar, de cadeira, que nunca recomendamos a nossos caros Leitores que votassem em Fulano ou Sicrano, já que a nós não cabe o papel de indicar quem quer que seja, mas sim exigir respostas e ações de qualquer um que consiga, através do voto, chegar aonde seus desígnios o levaram.

Continua...

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Edição 76 - Ano 13 - Dezembro/Janeiro 2002

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Editorial

Pronto! Está inaugurada uma nova Era, marcada por imprevistas ações: terror istas lançam três aviões contra edificações norte-americanas, duas delas representando o poderio econômico estadunidense, e a outra seu poderio bélico...e, para tudo isso, foram utilizadas simples lâminas - de barbear, facas, navalhas, não impor ta. O fato é que eram lâminas.

Garantimos que par te da imprensa mundial - notadamente a de nosso país - ficou frustrada por não poder atribuir a Armas de Fogo a pecha de terem sido as ferramentas utilizadas pelo terror.

Continua...

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