É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição 45 - Ano 8 - Novembro/Dezembro 1995

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Editorial

O que aprendemos

As colocações a seguir (e respectivos comentários) sintetizam o que aprendemos em quase uma década editando Magnum. São informações importantes e que merecem ser lembradas diariamente por todos os brasileiros que apreciam armas de fogo. Faça da ciências destas um retrato vivo daquilo que acontece no Brasil no tocante a esse assunto. 1) Aprendemos definitivamente que campanhas de desarmamento da população honesta não funcionam.

A muito divulgada “campanha nacional de combate às armas” com pouco mais 1 (hum) ano insistentemente veiculada nas principais emissoras de televisão do país, NÃO FUNCIONA! Ao contrário do pretendido, pessoas continuam a ser mortas com armas de fogo, principalmente nas grandes cidades, justamente onde os filmes da tal campanha são mais veiculados. Aqui vai um exemplo: no primeiro semestre de 1995 o número de assassinatos aumentou 21% no estado de São Paulo em relação a igual período do ano anterior conforme dados de sua própria secretaria de segurança pública.

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Edição 102 - Ano 17 - Abril/Maio 2008

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Editorial

“Congelando” a corrente da legalidade ou para- pa- pa- pa- pa- pa- pa- pa-tim-BUM!

Sob tal título - que a princípio pode parecer enigmático - resolvemos criar mais um editorial no qual se enfoca o fato de que a perseguição a nós, amantes das Armas de Fogo registradas e legais, volta a recrudescer.

Ora, como não foi possível a vitória legal no malfadado referendo, o Governo quer agora ganhar no “tapetão”, ou seja, criando todo tipo de entrave jurídico para tentar sepultar o que a vontade do Povo deixou bem explícito nas urnas!

Afinal, 64% de uma população inteira votaram a favor da manutenção da venda de Armamento e Munição legalmente; e agora observamos uma nova leva de “ legislo-fuçadores” buscando por subterfúgios que visam remover, de nós, direitos adquiridos e endossados por um Referendo que eles mesmos criaram.

As desculpas variam desde as mais simples / bisonhas até aquelas que conseguem agredir nosso intelecto como, por exemplo, as famosas falácias referentes às fontes de abastecimento de armas da marginalidade...

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Edição Especial - Ed. 16 - Guia Internacional de Sub-Metralhadoras - Mar / Abr 1996

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Editorial

Tive o prazer de conhecer Ronaldo Olive Há muitos anos, na época em que juntos labutávamos na hoje extinta creio) revista Tecnologia e Defesa. Contudo, o maior prazer resume-se no fato de Ronaldo ser cotado entre aqueles que chamo de amigos.. Independente do fato citado, Ronaldo é hoje, no Brasil, o que se pode chamar de verdadeiro especialista na área de Armamento, dos quais podem se contar, no máximo, cinco ou seis pessoas, tendo inclusive vários trabalhos apresentados em publicações internacionais de peso, como por exemplo as pertencentes ao afamado grupo editorial inglês Jane's, do qual foi correspondente por um longo período. Quando Ronaldo decidiu entregar-se a este trabalho, o fez de corpo e alma, do mesmo modo com que abraçou sua última criação para essa Editora, o Especial ''Submetralhadoras & Fuzis de Assalto'', publicação que alcançou enorme sucesso entre os Leitores da MAGNUM.

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Edição 99 - Ano 17 - Maio/Junho 2007

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Editorial

Fábrica de Heróis!

Existe um certo consenso - seja no cinema ou na vida real - de que heróis são necessários.
Não discordamos, pois se não houvesse a figura do herói, muitas vidas seriam possivelmente perdidas pela falta dele. Contudo, lembramos que heróis surgem em momentos de exceção, quando os “serviços” deles acabam por ser altamente necessários. Desse modo, é fundamental que haja uma situação ou atuação perigosa para que se produza uma vítima. Qualquer Cipeiro que se preza sabe disso, e conhece os dogmas relativos a situações de risco e atos falhos. Até aqui, nenhuma novidade, mas...

Quem são nossos verdadeiros heróis da atualidade? Ora, são aqueles que procuram dar o máximo de si para tentar preservar vidas - como é o caso de Bombeiros e de Policiais, entre outros. Existem, também, os heróis fortuitos, ou seja, aqueles que estavam no lugar e hora certos para evitar uma tragédia, mesmo sem serem pagos para isso (aliás, a bem da verdade, ninguém recebe salário para ser herói...).

Em suma, conclui-se que, para haver heróis, há que existir situações - provocadas ou não - para que tais personagens sejam levados a agir e, assim, atuarem como tais.

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Edição 42 - Ano 7 - Março/Abril 1995

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Editorial

Maus exemplos

Em nosso Editorial da última edição (veja Magnum nº41), o parágrafo final afirmava o seguinte:

“Autoridades brasileiras: durante muitos anos vocês tentaram legislar sem conhecer; fizeram leis sem consultar técnicos; generalizaram tudo o que tinham direito; ouviram quem não deviam e a coisa toda conduziu a um país que não respeita a verdadeira Ecologia e que agora pretende “quebrar” a primariedade criminal de cidadãos honestos por portarem ilegalmente Armas de Fogo... Não seria inteligente, de vez que a antiga forma não deu certo, algumas mudanças?

Essas claras e lógicas palavras, portanto de fácil entendimento além de terem sido escritas por técnicos em Armas & Munições, têm tudo para funcional como uma espécie de “fórmula mágica” que permita o estudo sério de algumas delicadas questões quanto ao uso moderno de Armas de Fogo, quer para propósitos de defesa, esporte ou Caça em nosso país. Mas não! Autoridades de alguns de nossos Estados estão fazendo exatamente o contrário e, o que é pior, contaminando segmentos da Sociedade Civil com sua óptica míope desses assuntos.

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