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MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.
A “orquestra” do PLANALTO
É claro que música sempre foi um item de escolha estritamente pessoal. A musicalidade, contudo, é algo que nem todos possuem, daí possivelmente advindo o ditado “quem sabe, sabe; quem não sabe, bate palmas”...
O fato é que nós, cidadãos honestos, trabalhadores, pagadores de impostos e com domicílio plenamente conhecido, estamos todos no Grande Salão de Baile da Sociedade, e a música que freqüentemente toca por aqui não agrada a maioria. A orquestra, como não poderia deixar de ser, é a de Brasília, geralmente falha em musicalidade e, com certeza, sem muito ritmo.
Somos, porém, obrigados a ouvir e, às vezes, até mesmo a dançar ao som daqueles músicos não tão afinados, enquanto que no Salão dos Comandos e falanges, ao lado, (onde não se paga nem um impostinho, digo, ingresso para entrar), todos os tipos de bandidos sempre escolhem a música que querem e dançam à vontade, sem se preocuparem com os acordes “organizados” tocados no Salão principal, os quais em nada os atrapalham.
A caça esportiva no Brasil e o futuro
No momento em que uma nova temporada de caça amadorista inicia-se no Estado do Reio Grande do Sul, nós da Editora Magnum, buscando resgatar a tradição deste esporte com milhares de adeptos em todo nosso país, trazemos a nossos leitores uma edição especial: a Magnum Caça & Conservação.
Para isto estão reunidos nas páginas desta edição alguns dos mais respeitados nomes do panorama cinergético nacional. As bem sucedidas experiências de caça amadora em países como Estados Unidos, Canadá, toda a Europa, China, Argentina, Uruguai, países da África, etc. Mostram que esta prática, quando cientificamente orientada e devidamente manejada e administrada, é uma atividade humana como qualquer outras, movimentando um imenso mercado de apetrechos de caça, de consumo de carne de caça, de turismo cinergético, etc...
O custo da solidão
Fontes informativas dos EUA nos cientificam, novamente, sobre fatos preocupantes relativos a Armas & Munições nacionais.
Desta vez, é o SAAMI – Sporting Arms and Ammunition manufactures Institute (Instituto dos Produtores de Armas e Munições Esportivas), poderosa e seríssima instituição técnica que congrega praticamente todos os fabricantes desses itens que adentram o mercado de “Tio Sam”, que está tomando providências legais para tentar sobretaxar armas e munições brasileiras.
Segundo informações oficiosas, mas de técnicos do próprio organismo norte –americano, esse novo pedido de sobretaxação agora fundamenta-se no fato de o governo brasileiro, através de suas autoridades militares, freqüentemente rejeitar pedidos e propostas de aqui se produzir e/ou comercializar munições de fabricantes dos EUA.
A ilusão do desarmamento
A completar 05 anos neste 2009 que praticamente se inicia, o Estatuto do Desarmamento reproduz fielmente um velho ditado popular: O tempo é o senhor da verdade. Quando o populista governo resolveu promover legislação restritiva de direitos constitucionalmente assegurados, muitos se manifestaram, ações de inconstitucionalidade foram ajuizadas, predominando exclusivamente o poder, a força política que ironicamente foi fortemente utilizada em prejuízo do povo, dos cidadãos honestos que viram e sentiram o cerceamento do direito à propriedade, do direito à segurança e do próprio direito à vida. Não foram suficientes os nefastos exemplos demonstrados: Grécia antiga, em 430 aC; Turquia, de 1911 a 1917; Rússia de Stalin, em 1917; União Soviética, de 1929 a 1953; China, de 1948 a 1952; Alemanha, de 1938 a 1944; Uganda, de 1971 a 1979; Camboja, de 1975 a 1977; países em que seus governantes, sob a enganosa bandeira do desarmamento, promoveram famigerados massacres humanos.
Por outro lado, de nada valeu a comprovada e fartamente demonstrada experiência negativa de países como Austrália, Canadá, Inglaterra e Jamaica, que optaram pela política do desarmamento e terminaram por absorver significante majoração dos índices de criminalidade e violência. Razões de soberania nacional como o sucateamento da indústria bélica nacional, a colocação brasileira de 3º lugar como vendedor de Armas Curtas nos EUA e os problemas estratégicos de cunho militar e policial da legislação foram relegados. A perda de 100 mil empregos diretos proporcionados pela indústria bélica brasileira; e respectivos tributos, também não foram considera dos.