É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição 34 - Ano 6 - Julho/Agosto 1993

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Editorial

Visões inteligentes

Entender-se definitivamente que gostar de Armas não significa ser violento ou agressivo;
Conscientizar sobre as armas de fogo ao invés de simplesmente proibi-las;
Liberar calibres mais modernos e eficazes tanto para a prática do esporte do tiro quanto para a defesa;
Acabar com a lei (inconstitucional idiota) que não permite a venda de armas de fogo usadas antes de decorridos 6 anos do seu registro;
Permitir a venda de armas de fogo usadas em estabelecimentos comerciais do ramo;
Promover a anistia para com armas de fogo estrangeira que estão em mãos de cidadãos honestos, porém sem registro;
Tornar o porte de armas de fogo com validade realmente federal;
Entender definitivamente que a polícia não é onipresente e que, em termos de defesa ter e usar uma arma de fogo é, muitas vezes a diferença entre a vida e a morte.

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Edição 11 - Ano 2 - Junho/julho 1988

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Editorial

O CLAMOR POLICIAL

Parte do trabalho de um sério veículo de comunicação, principalmente quando ele é dirigido, é representar e externar os anseios da comunidade com relação aos assuntos periféricos, informando autoridades sobre os fatos importantes que merecem atenção, estudo e modificações.

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Revista Magnum Edição 139

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Editorial

Quem sabe ? Talvez seja “O Pássaro Azul”.

Em termos bastante práticos, o que temos de norma - hoje e há bom tempo - é mais do que o sufi ciente para garantir tranquilidade acerca da posse e, inclusive, acerca do porte de arma de fogo no Brasil. Não, não (!). Nós de MAGNUM não estamos cegamente otimistas, tampouco estamos demonstrando ter deixado que o tempo abafasse nosso senso crítico. Não estamos anestesiados, muito menos corrompidos.

Ocorre que - sim (!) - todos nós amargamos juntos uma catástrofe normativa, porém isso não se deve mormente à raiz, à norma do Legislativo, mas à regulamentação dada pelo Executivo, operada via decreto.

O Poder Legislativo maliciosamente preparou e o Poder Executivo, mais maliciosamente ainda, abraçou as oportunidades e fez gols. Gols contra, é claro, posto terem sido nossos últimos presidentes todas figuras que jogaram e sempre jogariam contra a própria camisa. E só Deus sabe de todos os seus infectos porquês.

De todo, projetos de normas dispostas a inovar, nas circunstâncias presentes, derrubando o Estatuto do Desarmamento, poderiam agravar, ainda mais, a situação. Basta olhar para nosso Legislativo e traçar os cenários prováveis... e mesmo os improváveis. Dá para confiar, de novo, nesse existente conjunto de “senhores”, como regra uma poderosa equipe de desarmamentistas ? É olhar para o substitutivo em que se tornou aquele outrora louvável projeto de lei do deputado Peninha. Um projeto que foi pensado para ser música erudita e, hoje conspurcado, mais se assemelha a funk de calão.

Adequados decretos, acertados decretos, bons decretos podem modificar as tônicas imperativas de quase tudo o que a norma pretendeu de dano e danoso. Decretos oriundos - pois sim (!) - de um chefe de Executivo que jogue a favor da camisa, jogue com força, jogue sob convicções autênticas e sobre louváveis elementos de pavimentação de propósitos. Decretos oriundos - quem sabe (..?) - da caneta de um certo Capitão... quem sabe ?

Como em “O Pássaro Azul”, a felicidade quase sempre está bem mais perto do que fantasiamos. Logo ali - muita vez -, no quintal da sofrida e modesta casa em que, hoje sob altíssimos e desproporcionais custos, cada um de nós reside.

 

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Edição 59 - Ano 10 - Julho/Agosto 1999

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Editorial

O mau exemplo de São Paulo

O atual governador do estado de São Paulo, Mario Covas, assim que empossado iniciou uma grande campanha contra as armas de fogo. Ele, e seus assessores e grupos de deslumbrados afirmam que sem armas de fogo a população paulistana teria mais segurança. Idem, idem para a campanha “Sou da Paz” criada pela rede globo e intensamente divulgada no estado de São Paulo.

Agora, todos que acreditam nessa absurda tese estão vendo exatamente o reverso da medalha, pois os números da escalada da violência em São Paulo – divulgados pela própria secretaria de segurança pública – são mais assustadores do que nunca.

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Edição 62 - Ano 11 - Janeiro/Fevereiro 1999

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Editorial

Artimanha ou pureza?

No final de 1998 a lei brasileira que transformou o porte ilegal de armas em crime completou 1 ano de existência sem nenhum resultado palpável para a sociedade nacional.

São Paulo, a maior metrópole do país, onde o governador reeleito Mario Covas, há 4 anos professa a ideologia dos antiarmas, assistiu, estarrecida, neste período, a duplicação do número de chacinas, e também a duplicação do número de mortos nessas ocorrências, a absoluta maioria das quais praticadas com armas de fogo.

A nosso ver, claro e demonstrado está que o controle das armas de fogo em mãos de cidadãos honestos nada auxiliou no chamado “controle da sociedade brasileira”

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