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MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.
PLENAMENTO CONSOLIDADO
Auqnado, no ano passado, o Catálogo Magnum foi totalmente reformulado e abriu maiores espaços para os anunciantes,imaginávamos que ele tinha tudi para tornar-se um excelente instrumento de consulta. Estávamos certos'' Apenas não pensamos que - em pouco mais de 6 (seis) meses - fosse, em sua nova forma consolidar-se.
“Congelando” a corrente da legalidade ou para- pa- pa- pa- pa- pa- pa- pa-tim-BUM!
Sob tal título - que a princípio pode parecer enigmático - resolvemos criar mais um editorial no qual se enfoca o fato de que a perseguição a nós, amantes das Armas de Fogo registradas e legais, volta a recrudescer.
Ora, como não foi possível a vitória legal no malfadado referendo, o Governo quer agora ganhar no “tapetão”, ou seja, criando todo tipo de entrave jurídico para tentar sepultar o que a vontade do Povo deixou bem explícito nas urnas!
Afinal, 64% de uma população inteira votaram a favor da manutenção da venda de Armamento e Munição legalmente; e agora observamos uma nova leva de “ legislo-fuçadores” buscando por subterfúgios que visam remover, de nós, direitos adquiridos e endossados por um Referendo que eles mesmos criaram.
As desculpas variam desde as mais simples / bisonhas até aquelas que conseguem agredir nosso intelecto como, por exemplo, as famosas falácias referentes às fontes de abastecimento de armas da marginalidade...
Pode parecer paradoxo, mas o Brasil, 2º fabricante mundial de armas, não possua até a presente data nenhum dicionário ou glossário de termos técnicos sobre as mesmas, dificultando o acesso ao conhecimento das pessoas realmente interessadas. Possuímos a Revista MAGNUM, a qual “faz das tripas coração” para levar ao conhecimento do público brasileiro o que ocorre lá fora.
Para todos aqueles que buscam um pouco mais de informação, se dirigem às revistas e livros importados, começa uma verdadeira tortura para poder entender os termos ali expressos, que não foram objeto de ensino em nenhum curso de inglês e, às vezes, estão rapidamente explicados em glossários escritos de forma lacônica nas principais revistas norte-americanas – isto quando o termo e o espaço de papel permitem... Então vai o leitor atrás de algum amigo que tenha morado ou estudado na terra de “Tio Sam”, mas dificilmente encontre alguém que possa traduzir a contento os termos elencados neste ou aquele artigo.
Pensando nisso, resolvi, com apoio de diversos amigos, escrever este dicionário, obra única no Brasil e talvez no mundo, aproveitando minha bagagem técnico-cultural adquirida através de viagens e cursos no Exterior, além do conhecimento que pude amealhar junto aos meios militar esportivo.
10 / 20 / Perpétua X Desarmamento
Em um momento onde se discute no Rio de Janeiro – vejam só – o projeto para construir moradias fortificadas para Policiais e suas respectivas famílias visando protegê-los da famigerada ação da bandidagem; existem “pedágios” comandados por marginais, e alguns elementos de mente doentia colocam fogo em uma família inteira por ela não ter dinheiro e outros objetos de valor dentro de sua própria moradia, é hora de revermos certos conceitos relativos a direitos humanos, os quais parecem só existir para aqueles que decidiram criar uma sociedade paralela constituída apenas por ladrões, assassinos, estupradores e outros maníacos sexuais.
Uma guerra civil, tão escondida pelos maus políticos e por segmentos da Imprensa em geral, é franca e onipresente, só não a vendo quem não quer. Só falta mesmo decidir quem são os contendores: Polícias X Bandidos? Polícias X Cidadãos? Governos X Polícias? Bandidos X Cidadãos de bem?
O Governo Federal anunciou, de maneira orgulhosa, investimentos de aproximadamente 1,17 bilhão de reais em equipamentos e capacitação das Forças de Segurança para a realização da Copa do Mundo de Futebol, sediada neste ano no Brasil. Inegavelmente, a medida surtiu efeitos. Relatos de torcedores descrevem os momentos de calmaria percebidos antes, durante e depois das partidas, com parcas exceções. Em especial os estrangeiros, que não ousaram sair dos locais turísticos, ficaram impressionados com o grande número de Policiais e a total sensação de segurança.
A bonança demonstrada durante os jogos contrasta com os números letais do Mapa da Violência, estudo respeitado e apoiado pelo próprio Ministério da Justiça. O compêndio explicita, de maneira definitiva, que o Brasil é um país com números de guerra civil!
Com 1,09 milhão de homicídios entre 1980 e 2010, e média de 26,2 por 100 mil habitantes, o Brasil tem uma taxa anual de mortes violentas superior à de diversos conflitos armados internacionais, como o da Chechênia (25 mil), entre 1994 e 1996; e da guerra civil de Angola (1975-2002), com 20,3 mil mortos ao ano. Dos crimes do Brasil, apenas 8% foram solucionados e míseros 2% acabaram em punição aos assassinos. Logo mais, em 2016, teremos o maior evento esportivo do mundo ocorrendo em terras brasileiras e é de se esperar que o espetáculo da segurança pública com prazo de validade se repita, bem como o uso político do mesmo. Se há algo para se comemorar é que poderemos ver bem de pertinho nossos Atletas do Tiro, verdadeiros heróis no quesito tenacidade. Perseguidos por políticos, desprezados pela imprensa, preteridos por outros esportes e até mesmo por Organizações que deveriam por obrigação representar, defender e fomentar as atividades esportivas.
Durante a Copa, a seleção alemã massacrou a brasileira em um jogo de futebol. Massacrou, claro, não no sentido literal do vernáculo - uma vez que todos os jogadores sobreviveram e continuarão com suas vidas, quiçá levantando novamente a faixa em favor do desarmamento enquanto andam em carros blindados, são protegidos por Seguranças armados ou se beneficiando da real segurança de países onde atuam. No jogo da vida - da sua, da minha, da nossa vida real - a violência continua. A taxa de mortos chegou a 29 por 100 mil habitantes em 2012. Na Alemanha, é de 0,9. Mata-se no Brasil 32 vezes mais. O padrão de qualidade FIFA não evitou um massacre figurado em gramado e não evitará o massacre anual fora dele.