É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição Especial - Ed. 02 - Facas Bowie - Dez / Jan1991

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Editorial

Em 1973, Laércio Gaazinharo começou a estudar o Velho e Selvagem Oeste norte-americano, iniciando também uma paixão por facas Bowie. Nos 5 anos seguintes, a grande quantidade de livros, revistas, “reprints” de pasquins e de compêndios antigos sobre esse assunto reunida por ele constituiu-se uma excelente fonte de referências para, praticamente, tudo o que se deseje saber sobre a vida naquela região.

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Edição 29 - Ano 5 - Julho/Agosto 1992

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Editorial

A “bomba” Norte – Americana

Sérias fontes norte-americanas nos informam sobre o nascimento de um poderosíssimo movimento de fabricantes daquele país contra a indústria brasileira de Armas Leves.

Já não é mais segredo que os 3 maiores fabricantes de Armas leves são hoje responsáveis, juntos, por cerca de 28% do mercado norte-americano para esta classe de armamentos. Na edição da revista “Insight The Shooting Industry” (de circulação dirigida a jornalistas da área e revendedores de armas) distribuída durante o último SHOT Show, o Brasil é apontado como sendo o maior exportador dessa classe de armamentos para os EUA, sendo seguido (de longe) pela indústria italiana e alemã.

Esse justo motivo de orgulho para todos os aficcionados nacionais está, entretanto, muito distante de agradar os fabricantes norte-americanos por alguns motivos extremamente válidos para os quais chamamos atenção não só de nossos leitores, mas também – e principalmente – das autoridades brasileiras envolvidas no processo de aprovação e importação de armas estrangeiras ao Brasil.

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Edição Especial - Ed. 33 - Revolveres 2: Smith & Wesson de Mão - Nov / Dez 2008

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Editorial

Como sempre exclusivamente para aqueles que nos acompanham de longa data, ou seja, há pelo menos 21 anos - ou para aqueles que descobriram MAGNUM durante esse período - cá estamos com mais uma Edição Especial para Colecionadores!

Dentro do plano de divisão por assunto que estabelecemos após muitas reuniões editoriais, cada Edição desta Série Comemorativa trata de motivo específico, como por exemplo esta de agora:

REVÓLVERES SMITH & WESSON.
Desnecessário discorrer sobre a conhecida marca - com certeza uma das mais famosas mundialmente e que, de certo modo, rivaliza com outras também “eternas”, como por exemplo a Colt, a Remington e a Winchester.

Curiosamente, todas as Fabricantes aqui citadas são norte-americanas; e a razão para isso é simplesmente o fato de que quando o assunto em pauta são os revólveres, dificilmente se achará alguma marca européia que tenha conseguido a mesma fama daquelas da Terra de Tio Sam. Afinal, os revólveres tiveram importante papel na conquista do Velho Oeste e também durante a Guerra de Secessão, tendo continuado sua saga até os dias de hoje.

De certo modo contrapondo-se às pistolas semi-automáticas, acreditavase que depois da invenção delas eles iriam paulatinamente desaparecer - algo que não aconteceu, contrariando assim as opiniões de alguns Especialistas em todo o planeta.

Esta Edição traz, em sua Coletânea, alguns dos exemplares responsáveis pela História ao lado de outros que, por sua vez, ficaram famosos através do Cinema, como o Modelo 29 nas mãos de Clint Eastwood e o Military & Police, não raro empunhado por Elliot Ness e pelo resto dos “Intocáveis” - além, é claro, dos componentes das gangues que os enfrentavam.

Além dos descritos, o Leitor também encontrará nestas páginas o Modelo 66 - um Magnum criado para emprego policial, o Nº 3 de “quebrar por cima” bastante utilizado no Velho Oeste, o Victory Model (uma variação do Military & Police) da 2ª Guerra Mundial, o mais moderno 629 Classic Hunter - especialmente criado para Caçadores; e os Modelos 640 e 442, “snubbies” sem cão que se tornaram famosos justamente por tal característica, entre outros.

E, chegada a hora, o que mais se pode recomendar a não ser abrir esta publicação e deliciar-se com os Testes e Apresentações que sempre foram nossa principal característica durante todos esses anos? Considere isso, então, como um convite “técnico” para viajar pelo Tempo e pelas imortais criações da famosíssima Fabricante estadunidense (como diriam nossos Irmãos do Norte, “_enjoy!”).

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Edição Especial - Ed. 09 - Submetralhadoras e Fuzil de Assalto - Nov 1993

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Editorial

O grau de fascínio exercido em muita gente pelas Armas de Fofo somente parece ter equivalência no medo ou na repulsa que elas também evocam, instrumentos que são capazes de causar a morte de um ser humano. E é justamente esta dicotomia que as torna mais interessante ainda.

Uma pessoa de minha maior intimidade jamais conseguiu – e, provavelmente, não conseguirá nunca – entender que tais artefatos possam ser estudados, analisados, manuseados e até mesmo utilizados sem necessária associação com morte, destruição e tragédias. Mas o fato é que as armas sempre existiram, estão aí a nossa volta e têm a capacidade de influenciar a vida de pessoas, famílias e nações inteiras.

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Revista Magnum Edição 137

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Editorial

TODOS A BORDO!

Não é fase para desentendimentos. Por mais que haja todo um contingente que, estagnado no tempo, se valha de hinos arrogantes e provocativos como “...se cuida, imperialista, a América Latina vai ser toda socialista...”, por mais que haja isso e tomemos conhecimento, salivando de vontade de brigar, fato é que não dá.

Não há mais tempo nem lugar para isso.

Estamos no fi m dos anos 2010. Neste 2018, comemoramos 1 século desde o armistício da Primeira Grande Guerra. No dia de hoje, estamos precisamente a 1 ano, 8 meses e 3 dias do início dos anos 20 do século XXI. Não existe mais circunstância para separações internas. Não mesmo. Principalmente num país que conserva algum significado perante o mundo justamente em função da extensão de seu território e do milagre da língua única.

Embora somente meia dúzia dos nossos ainda transite por arrabaldes das teorias falidas e ineficazes do comunismo-socialismo, ou tateiem seus limites, fato é que nós, que entendemos a saudável satisfação que traz o universo das armas de fogo, em política nos concentramos maciçamente ao centro à direita. E ao centro à direita nos reconhecemos, ao centro à direita nos entendemos e ao centro à direita nos respeitamos.

Nosso problema, portanto, não se resolve com debates internos ao nicho. Temos que evocar o que sobra  de tranquilidade em nossas entranhas e estender o discurso, de modo brando, “sem sacar o revólver”, àqueles que reconhecidamente não estejam do nosso lado e se tenham acostumado a nos chamar ora de seres otários, ora de seres violentos.

E é hora de regar e adubar sementes de heróis de verdade, simplesmente valorizando, aplaudindo e “viralizando” atitudes normais de homens normais e honestos, evitando excessos e acessos. Evitando enxergar herói em quem não o seja, evitando igualmente a aniquilação de quem esteja só praticando inocência útil, por ser muito jovem ou por ser muito mal informado.

Não pregamos covardia, absolutamente. Acreditamos no entendimento, nunca na capitulação. E é difícil a dosagem disso tudo. Muito difícil a têmpera desse aço. Se muito duro, o aço quebra e, se muito mole, entorta e também não cumpre função.
No fundo, sem se deixar fazer proselitismo, bom entendimento nasce do conversar com os mais jovens, desinformados por pouca estrada, e do conversar com os mais limitados e inocentes, às vezes mais velhos, desinformados por pouco estudo ou extemporânea ingenuidade.

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