É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição Especial - Ed. 48 - AK-47 X M16

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Editorial

A ARMA LONGA

Desde nossas meninices que muitos de nós tivemos acesso a Armas de Pressão (aquelas as quais denominávamos, como leigos que éramos, “espingardas de chumbinho” ou “espingardinhas de chumbo” – e que nem de longe imaginávamos serem carabinas de ar comprimido), tendo então sido essas as primeiras armas a manusearmos, ou seja, Armas Longas, já que rarissimamente víamos uma “pistola de pressão”; e as únicas de que nos lembramos eram, efetivamente, alguns poucos exemplares de Walther de cano aparente (uma LP Model 53, vendida em leilão em dezembro do ano passado por US$ 196,000 e “orgulhosamente” empunhada em fenomenal “mico” por Sean Connery, nos primeiros pôsteres dos filmes de James Bond, como se fosse uma Arma de Fogo) ou, ainda, uma ou outra tosca cópia norte-americana de 1911 (Marksman), até que surgissem as nacionais Urko.

Fato é que aproximadamente 95% das Armas de Pressão aqui disponíveis eram, sem dúvida, carabinas (Urko, CBC e Rossi) – razão pela qual existe uma intrínseca afinidade por Armas Longas por aqueles que viveram os anos 60 e 70 e que hoje formam um grande contingente de nossos Leitores. Tais assertivas nos levaram a produzir este Especial, no qual figuram fuzis, carabinas, espingardas e até metralhadoras de mão; e a escolha dos modelos aqui reproduzida tem como base a aceitação daqueles que nos acompanham – algo bem demonstrado pelas vendas “esmagadas” dos exemplares de MAGNUM que continham estas armas.

Assim, Você poderá se deliciar com estas revisitas a reportagens que, em parte, foram realizadas no Exterior (ou, no caso de não tê-las lido, apreciá-las em primeira mão): High Standard M10B, uma espingarda orientada basicamente à utilização policial; Remington M870 – realmente uma “pump” que dispensa apresentações, tamanha a sua fama; SAF e Mini SAF, duas metralhadoras de mão chilenas que primam por empregar certas soluções provadas em outras marcas; M 16 x AK-47 – indiscutivelmente os dois mais famosos fuzis de assalto do mundo.

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Edição 69 - Ano 12 - Abril/Maio 2000

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Editorial

A Lição Australiana

(ou o que todo antiarma brasileiro deve saber) No dia 28 de abril de 1996, na cidade australiana de Port Arthur, um maníaco feriu a tiros 35 pessoas. Doze dias depois, em 10 de maio daquele ano, leis federais tornaram ilegais toda e qualquer Arma de Fogo semi-automática na Austrália. Com isto, de um total de 7 milhões de armas em existência naquele país, 2,8 milhões foram proibidos, praticamente da noite para o dia.

Através de um súbito programa de captação de recursos monetários (curioso como dinheiro para bobagens governamentais aparece rapidamente!), 500 milhões de dólares foram destinados à compra de armas semi-automáticas na posse de honestos cidadãos australianos. Entretanto, apenas 25% das armas subitamente tornadas ilegais foram entregues ao governo, o que significa que somente 640 mil unidades saíram de circulação.

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Edição 113 - Ano 18 - Outubro/Novembro 2011

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Editorial

UMA PERGUNTA PARA O BRASIL: O QUE É MELHOR, PROIBIR OU EDUCAR?

Nosso assunto se relaciona às Armas de Fogo e às inúmeras investidas para proibi-las, mas proibição e educação se estendem a mui tos outros assuntos que interferem na vida dos cidadãos.

Há alguns anos, adotei o mote ‘PROIBIR É SE MOSTRAR INCAPAZ DE EDUCAR’. Isso porque eu realmente acredito que a proibição sem estudo e indiscriminada é o resultado da desconfiança de uma classe sobre a outra, considerada inapta e que se torna objeto de controle pela falta de acesso à informação imparcial e à educação. Contudo, parece que boa par te das autor idades brasileiras e dos governantes tem predileção pelo verbo proibir. Ao contrário, a educação é deixada de lado e ao acaso.

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Edição Especial - Ed. 09 - Submetralhadoras e Fuzil de Assalto - Nov 1993

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Editorial

O grau de fascínio exercido em muita gente pelas Armas de Fofo somente parece ter equivalência no medo ou na repulsa que elas também evocam, instrumentos que são capazes de causar a morte de um ser humano. E é justamente esta dicotomia que as torna mais interessante ainda.

Uma pessoa de minha maior intimidade jamais conseguiu – e, provavelmente, não conseguirá nunca – entender que tais artefatos possam ser estudados, analisados, manuseados e até mesmo utilizados sem necessária associação com morte, destruição e tragédias. Mas o fato é que as armas sempre existiram, estão aí a nossa volta e têm a capacidade de influenciar a vida de pessoas, famílias e nações inteiras.

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Edição Especial - Ed. 37 - Revólveres 3 - Out / Nov 2009

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Editorial

Coincidência ou não, Ruger e Rossi começam com a mesma letra - mas as ''coincidências'' não param por aqui: tanto um quanto o outro conseguiram projeção internacional em função de suas qualidades, reconhecidas nos EUA e na Europa.

Rossi, para nós brasileiros, praticamente dispensa apresentações, já que quem teve (ou tem) um bem sabe do que ele é capaz.

Quando a Rossi foi adquirida pelas Forjas Taurus, muitos acharam que a produção dos excelentes revólveres iria cessar - o que de certo modo aconteceu, mas somente para nosso País, já que ele continua sendo produzido para propósitos de exportação e, também, sendo ainda um dos ícones dos mercados internacionais - e desde os tempos em que armas brasileiras eram vistas lá fora sob certa óptica de desconfiança (o que acontece até hoje com algumas produzidas na China). Hoje, gozando de merecida fama e credibilidade, os produtos da Rossi se destacam dentre tantos outros concorrentes.

E, quanto aos Rugers, o que se pode afirmar? Ora, quaisquer criações do recentemente falecido Bill Ruger têm e sempre terão a receptividade oriunda da qualidade que sempre revestiu os produtos da famosa Fabricante norteamericana, sejam eles Pistolas, Armas Longas ou - como é o caso por aqui - Revólveres. Como principal característica os revólveres Ruger apresentam o que os estadunidenses chamam de “ruggedness”, ou seja, capacidade de agüentar “castigo” e manter seus índices de precisão e confiabilidade que tanto os ajudaram a ser considerados entre os melhores do mundo, ao lado de Colt, Smith & Wesson, Dan Wesson e tantos outros.

Nesta Edição Especial, exclusiva para os seguidores de MAGNUM, decidimos enfocar estas duas marcas por diversas razões que passam por Qualidade e Desempenho - e o Leitor verá, no transcorrer da leitura, que o que afirmamos por aqui não é “propaganda”; e sim o espelho do nível das armas apresentadas!

Boa leitura!

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