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MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.
2010, um ano que entrará para a história do segmento de Armas e Munições.
Especialmente do ano de 2003 para cá, tivemos uma intensa e conturbada trajetória no segmento de Armas e Munições.
No dia 23 de dezembro de 2003 era publicada a Lei 10.826, mais conhecida como “Estatuto do desarmamento”. Uma lei que trazia a certeza da proibição do comércio legal de armas e munições, anunciada por meio de um referendo popular a ser realizado no ano de 2005.
A princípio o clima era de tensão e nos retraímos. Logo depois, refletimos e - obstinados que somos -, não nos conformamos em aceitar que o direito de escolha pudesse ser tirado das pessoas. Decidimos defender esse direito e iniciar um árduo trabalho para esclarecer a população brasileira a respeito dos falsos mitos relacionados às armas e às munições.
Por um futuro cada vez melhor
É sempre um grande prazer assinar o editorial da Revista MAGNUM, e por ser esta a primeira edição de 2015, aproveito para comentar importantes fatos do ano de 2014.
Entre os assuntos relacionados à legislação de nosso segmento, destaco a coordenação da Aniam na divulgação e mobilização relativas ao Projeto de Lei 3722/12, que cria novas regras para o comércio e circulação de Armas de Fogo e Munições no país, objetivando transformar o “Estatuto do Desarmamento” no coerente “Estatuto do Controle”.
Mesmo sem a aprovação do relatório final pela Comissão Especial destinada a analisar este PL, o assunto foi amplamente debatido em 2014, ganhou adesão de várias entidades, além de repercussão muito positiva. A matéria foi uma das que mais movimentou os meios de interação com o cidadão que a Secretaria de Comunicação da Câmara dos Deputados promove. A enquete sobre o projeto no site Câmara Notícias foi a terceira com maior votação - mais de 200 mil votos. Pelo Disque Câmara, foram 120.310 atendimentos. Por outro canal, o Fale Conosco, houve 5.503 manifestações (98,9% a favor e 1,1% contra).
O assunto já foi retomado este ano, e novamente teremos a oportunidade de explorar o tema no Congresso e na mídia, além de promover alterações importantes e necessárias na legislação que rege o segmento. Estou certo que em 2015, ano em que completaremos os 10 anos da vitória histórica no Referendo Popular de 2005, teremos outras grandes conquistas a comemorar!
Ainda falando em legislação, não poderia deixar de citar o abate do Javali, cuja liberação representou um marco na história da Caça de nosso país, e que está em plena atividade em todo território nacional. Esta foi uma grande conquista da Sociedade Brasileira de Conservação à Fauna - SBCF, com o apoio de vários Caçadores e especialistas da área de conservação do meio ambiente.
Cabeças duras
Embora as autoridades brasileiras insistam em promover – de várias formas e sob os vários disfarces - o desarmamento da população honesta, a violência como um todo, em todo o país, aumentou muito no decorrer de 1998 e as previsões para o futuro não são nada animadoras nesse campo.
A violência, sabem todos aqueles que tem o mínimo de bom senso, é produto de fatores educacionais sócio-econômicos. Apenas as autoridades (ou seria pseudo-autoridades?) brasileiras não querem dar-se conta disso, porque, claro, lhes é conveniente no momento achar um culpado para a deplorável situação brasileira da atualidade.
A caça esportiva no Brasil e o futuro
No momento em que uma nova temporada de caça amadorista inicia-se no Estado do Reio Grande do Sul, nós da Editora Magnum, buscando resgatar a tradição deste esporte com milhares de adeptos em todo nosso país, trazemos a nossos leitores uma edição especial: a Magnum Caça & Conservação.
Para isto estão reunidos nas páginas desta edição alguns dos mais respeitados nomes do panorama cinergético nacional. As bem sucedidas experiências de caça amadora em países como Estados Unidos, Canadá, toda a Europa, China, Argentina, Uruguai, países da África, etc. Mostram que esta prática, quando cientificamente orientada e devidamente manejada e administrada, é uma atividade humana como qualquer outras, movimentando um imenso mercado de apetrechos de caça, de consumo de carne de caça, de turismo cinergético, etc...