É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição 77 - Ano 13 - Fevereiro/Março 2002

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Editorial

Editoriais costumam ter um título e discorrem sobre de ter mi na do assunto ou múltiplos assuntos, relacionados ou não entre si, se o título assim o sugerir.

Porém, em função das últimas e funestas ocorrências em nosso país, há tantos assuntos importantes que é mui to difícil elaborar um editorial com somente um título e, se fosse realmente necessário colocar apenas um aqui, ele tal vez fosse um tropicalista “Geléia Geral”, ou ainda um carnavalesco “Samba do Crioulo Doido”, ambos títulos de músicas genuinamente nacionais e de grande sucesso.

Continua...

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Revista Magnum Edição 140

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Editorial

Como de costume

Estou na rua, pergunto se ela quer que leve algo para casa. Ela está fora de casa, me pergunta se quero algo da rua. É hábito que temos, há tempos, desde que partimos para dividir companhia e contas sob o mesmo teto, há mais de dez carnavais.

Ora é limão, ora leite, ora é água com gás. Uma revista, papel-toalha, pó de café, ou cerveja...  ora um vinho de mesa. Varia o troço. Varia bastante. Mas ninguém atrapalha ninguém -- claro que não (!) -- pedindo algo ou alguma coisa que esteja fora do trajeto.

Na sexta-feira passada -- dia cinco de junho deste dois mil e vinte --, ela perguntou se eu queria algo do shopping Colinas. Contou que, voltando de reunião em Jacareí, passaria por lá, atrás da troca de um “sei-lá-o quê de vestir”, indo depois para casa, de onde seguiríamos até Gonçalves, na Mantiqueira geralista. Eu, que detesto shoppings e vinha enrolando (e enrolando e enrolando e enrolando...) para ir conhecer as instalações da nova unidade da Arsenal Guns & Ammo -- loja do meu amigo Chico Pinto -- enxerguei ali a subitânea e conveniente oportunidade de ajudar a loja, sem pisar o piso com as botas, fazendo da cara-metade a procuradora em uma primeira comprinha.

Nesse shopping joseense, a Arsenal fica no piso superior, bem perto dos caixas eletrônicos, vis-à-vis à tal da loja onde ela iria fazer a troca do “sei-lá-o-quê de vestir”. Não seria quase trabalho nenhum...  e a compra era pouca.

Pedi que trouxesse um tijolo de .22 LR, metade high-speed, metade comum, para fazer latinha voar. Uma calibre 20, Boito Reuna, e duas caixas de cartucho qualquer, slug, pra deixar com o caseiro. Também duas caixas de .44 Boar -- a versão .44 WCF +P+, que a CBC lançou, inda agorinha, comemorando o primeiro aniversário do novo governo. A javalizada, em Gonçalves, infelizmente está fervendo (...).

Fosse em outra fase, fosse nos governos passados, compra assim seria coisa cara, burocraticamente inviável e nunca, mas NUNCA poderia ser delegada a um portador, mesmo que à esposa. Como -- graças a Deus (!) -- os tempos são outros, entre o estacionamento de chegada, as lojas, a troca, a compra, pacotes e saída, Diana não perdeu mais do que trinta ou trinta e cinco minutos.

Ela fez a compra no meu CPF, que é atrelado ao dela, e que automaticamente comunica as agências de controle. Pagou os R$ 665,ºº totais com o nosso cartão da Cooperativa de Crédito do CAC e, com a ajuda de um aprendiz de balcão da Arsenal, molecão de uns dezesseis, Diana levou os pacotes de espingarda e munição até o porta-malas, estendendo gorjeta, e saindo ao estacionamento do Colinas com a exata mesma tranquilidade de quem sai das compras da quitanda, do açougue, ou da adega. Como sempre. Como SEMPRE deveria ter sido.

(nota: escrito pelo Caio Bava, o texto aqui é ficcional e conta de um futuro próximo [...] e desejado.)

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Edição Especial - Ed. 38 - Espingardas - Jan / Fev 2010

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Editorial

Nesta nossa primeira “viagem” pelo interessante mundo das Espingardas - as quais, indubitavelmente têm uma legião de fiéis admiradores - o Leitor poderá, como sempre, caminhar lado a lado com aqueles que as testam ou apresentam e quase sentir-se como se presente estivesse.

Afinal, em mais esta Edição Especial para Colecionadores, estão algumas das marcas mais famosas que permearam nossas páginas ao longo de muitos anos.

Dentre elas, especial ênfase às nacionais, já que nossa indústria foi (e ainda é, de certo modo) profícua em produzir alguns dos Modelos aqui elencados e que fizeram (e sem dúvida continuam a fazer) a alegria daqueles que sentem o verdadeiro prazer de ter em mãos essas Armas Longas de alma lisa que tanto servem ao Esporte quanto à Caça, sejam elas no consagrado calibre 12 Ga. ou até mesmo nos menores, como o bem conhecido 28 Ga. Desse modo, nesta Revista o Leitor encontrará alguns “monstros sagrados” - que sempre garantiram seu lugar em boas vendagens - ao lado de algumas clássicas que, se não foram exatamente sucessos de vendas, ainda assim conseguiram criar uma legião de apaixonados e até mesmo delas dependentes (como é o caso daqueles que exercem a Caça de Sobrevivência; e que não são poucos), inclusive no nobre Trabalho Policial.

As da CBC encabeçam tal listagem; e em dois Modelos (Pump I e II), segui das pelas eternas espingardas Boito (uma delas na famosa versão Reuna) e pelas Rossi 300 e Overland.

E, é claro, não poderiam ficar de fora algumas das mais afama das estrangeiras, como as italianas Benelli e as norte-americanas Winchester e Mossberg. Na esteira dessas, mais duas européias: a SPAS 12 e a SPAS 15, as quais de certo modo inovaram com suas linhas, bem diferenciadas das praticadas naqueles modelos considerados “tradicionais”.

Seja qual for o sistema de funcionamento (“ação”), garantimos que todos os exemplares aqui enfocados demonstrarão as possíveis variações que podem ser aplicadas a tal tipo de Armamento e, além disso, as reportagens elencadas trazem nuances somente possíveis após intenso trabalho de pesquisa - algo que nossa Equipe sempre gostou de efetuar nesses mais de vinte anos de existência.

Ao Leitor resta, então, deliciar-se com o prazer da leitura de matérias cuidadosamente escolhidas - algo para o que o convidamos a fazer imediatamente!

Boa leitura!

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Edição 59 - Ano 10 - Julho/Agosto 1999

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Editorial

O mau exemplo de São Paulo

O atual governador do estado de São Paulo, Mario Covas, assim que empossado iniciou uma grande campanha contra as armas de fogo. Ele, e seus assessores e grupos de deslumbrados afirmam que sem armas de fogo a população paulistana teria mais segurança. Idem, idem para a campanha “Sou da Paz” criada pela rede globo e intensamente divulgada no estado de São Paulo.

Agora, todos que acreditam nessa absurda tese estão vendo exatamente o reverso da medalha, pois os números da escalada da violência em São Paulo – divulgados pela própria secretaria de segurança pública – são mais assustadores do que nunca.

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Edição 27 - Ano 5 - Fevereiro/Março 1992

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Editorial

Carta aberta ao Governador de São Paulo

A recente campanha “vamos desarmar São Paulo”, e alguns outros acontecimentos tendenciosa e claramente tentando “empurrar” a população do Estado contra as Armas de Fogo, mereceu um inteiro repúdio dos sérios desse país que apreciam e, na condição de editores de uma publicação especializada no assunto, sentimo-nos na obrigação moral e técnica de tecer comentários mais profundos sobre o tema.

Embora saibemos que o senhor não é homem chegado as armas de fogo, nem tampouco seu secretário de Segurança Pública, cumpre-nos mais uma vez, afirmar que o Estado algum do mundo pode garantir ao cidadão completa segurança e, assim, o direito de ter e portar uma Arma de Fogo devem ser respeitado mesmo porque alguns de nós não querem ficar à mercê de bandidos ou agressores como animais que vão para o abatedouro sem a mínima chance de defender-se.

Para que São Paulo não se torne uma “terra de ninguém”, como o Rio de Janeiro, onde a emissão de porte de armas está interrompida no governo Brizola, mas que tiveram cerca de US$ 2 milhões o consegue rapidamente (e que é francamente ridículo)

E que apelamos ao seu bom senso, atentando para os pontos que destacamos a seguir:

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