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É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição 55 - Ano 10 - Novembro/Dezembro 1997

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Editorial

Efeito antiarma

Como no livro “1984” de George Orwell, o “grande irmão” dos anos 90 determinou que a nova geração não deve apreciar armas de fogo ou fumar.

Assim, a imprensa mundial diligentemente tratou de cumprir a determinação da chefia máxima e os jornalistas e outros profissionais de comunicação estão tentando implementar no jovem moderno as idéias de que ter ou portar uma arma de fogo bem como fumar, não é, digamos assim, “politicamente correto”.

Dentro dos modernos tempos “ecológicos” e de “extremo culto à saúde” isso até poderia ser entendido como algo salutar. Entretanto, a coisa toda não é tão simples e rósea.

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Edição Especial - Ed. 14 - Recarga - Jan 1996

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Editorial

Quase cinco anos se passaram desde o lançamento de nossa primeira Edição Especial Recargas de Munição no Brasil e, para nossa satisfação, a aceitação do nosso trabalho por todos aqueles de alguma forma ligados à prática de Recarga de Munições excedeu todas as expectativas, pois mais de 30.000 exemplares foram vendidos, números esse bastante significativo para nosso país.

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Edição 74 - Ano 13 - Junho/Julho 2001

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Editorial

A “orquestra” do PLANALTO

É claro que música sempre foi um item de escolha estritamente pessoal. A musicalidade, contudo, é algo que nem todos possuem, daí possivelmente advindo o ditado “quem sabe, sabe; quem não sabe, bate palmas”...

O fato é que nós, cidadãos honestos, trabalhadores, pagadores de impostos e com domicílio plenamente conhecido, estamos todos no Grande Salão de Baile da Sociedade, e a música que freqüentemente toca por aqui não agrada a maioria. A orquestra, como não poderia deixar de ser, é a de Brasília, geralmente falha em musicalidade e, com certeza, sem muito ritmo.

Somos, porém, obrigados a ouvir e, às vezes, até mesmo a dançar ao som daqueles músicos não tão afinados, enquanto que no Salão dos Comandos e falanges, ao lado, (onde não se paga nem um impostinho, digo, ingresso para entrar), todos os tipos de bandidos sempre escolhem a música que querem e dançam à vontade, sem se preocuparem com os acordes “organizados” tocados no Salão principal, os quais em nada os atrapalham.

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Edição Especial - Ed. 31 - Fuzis 2 - Mar / Abr 2008

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Editorial

Caro Leitor, O enorme sucesso da Edição especial denominada Fuzis 1 praticamente nos compeliu a produzir este exemplar que agora Você tem em mãos!

Como sempre, a pauta definida para este Especial de MAGNUM foi objeto de estudos por parte de nossas Editorias visando trazer, neste veículo, mais um apanhado do melhor que foi escrito sobre o assunto Fuzis; e nele “viajaremos” entre os tradicionais modelos de ação manual de ferrolho (como o Mauser 1894, o Walther 66 BL e o Winchester 70) e aqueles automáticos/semi-automáticos de gerações mais recentes - aqui muito bem representados através das marcas Beretta (SC 70), Armalite (AR-18), Galil e outros, obviamente não nos esquecendo de uma arma extraordinária para a função de Sniper, que é o PSG-1 da conhecidíssima fabricante H&K.

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Revista Magnum Edição 122

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Editorial

SOBRE FUTEBOL, ARMAS E POLÍTICA

O Governo Federal anunciou, de maneira orgulhosa, investimentos de aproximadamente 1,17 bilhão de reais em equipamentos e capacitação das Forças de Segurança para a realização da Copa do Mundo de Futebol, sediada neste ano no Brasil. Inegavelmente, a medida surtiu efeitos. Relatos de torcedores descrevem os momentos de calmaria percebidos antes, durante e depois das partidas, com parcas exceções. Em especial os estrangeiros, que não ousaram sair dos locais turísticos, ficaram impressionados com o grande número de Policiais e a total sensação de segurança.

A bonança demonstrada durante os jogos contrasta com os números letais do Mapa da Violência, estudo respeitado e apoiado pelo próprio Ministério da Justiça. O compêndio explicita, de maneira definitiva, que o Brasil é um país com números de guerra civil!

Com 1,09 milhão de homicídios entre 1980 e 2010, e média de 26,2 por 100 mil habitantes, o Brasil tem uma taxa anual de mortes violentas superior à de diversos conflitos armados internacionais, como o da Chechênia (25 mil), entre 1994 e 1996; e da guerra civil de Angola (1975-2002), com 20,3 mil mortos ao ano. Dos crimes do Brasil, apenas 8% foram solucionados e míseros 2% acabaram em punição aos assassinos. Logo mais, em 2016, teremos o maior evento esportivo do mundo ocorrendo em terras brasileiras e é de se esperar que o espetáculo da segurança pública com prazo de validade se repita, bem como o uso político do mesmo. Se há algo para se comemorar é que poderemos ver bem de pertinho nossos Atletas do Tiro, verdadeiros heróis no quesito tenacidade. Perseguidos por políticos, desprezados pela imprensa, preteridos por outros esportes e até mesmo por Organizações que deveriam por obrigação representar, defender e fomentar as atividades esportivas.

Durante a Copa, a seleção alemã massacrou a brasileira em um jogo de futebol. Massacrou, claro, não no sentido literal do vernáculo - uma vez que todos os jogadores sobreviveram e continuarão com suas vidas, quiçá levantando novamente a faixa em favor do desarmamento enquanto andam em carros blindados, são protegidos por Seguranças armados ou se beneficiando da real segurança de países onde atuam. No jogo da vida - da sua, da minha, da nossa vida real - a violência continua. A taxa de mortos chegou a 29 por 100 mil habitantes em 2012. Na Alemanha, é de 0,9. Mata-se no Brasil 32 vezes mais. O padrão de qualidade FIFA não evitou um massacre figurado em gramado e não evitará o massacre anual fora dele.

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