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É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição Especial - Ed. 08 - Catálogo MAGNUM 1993 - Jan 1993

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Editorial

Novamente temos imenso prazer e orgulho em apresentar-lhe mais esse trabalho de extensa pesquisa da Editora Magnum, felizmente já considerado por muitos como ''a Bíblia das Armas & Munições'' no Brasil.

Certamente em decorrência de nossa maior cobertura de eventos internacionais da área no decorrer de 1992, recebemos grande número de consultas sobre endereços de fabricantes estrangeiros de Armas & Munições e, assim, decidimos incluir todos os dados que nossos computadores possuem sobre eles, bem como sobre as “gun shops” de Miami, Flórida, e as “armeiras” de Buenos Aires, cidades em que têm recebidos, cada vez mais constantemente, visitas de privilegiados aficcionados brasileiros. Com estas inclusões, todos tem, agora, condições de solicitar catálogos por Correio e, ao mesmo tempo, programar eventuais visitas às lojas de armas em suas viagens turísticas ou comerciais.

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Edição 44 - Ano 8 - Setembro/Outubro 1995

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Editorial

Depois do episódio de apreensão de Armas de Fogo legalmente importadas no Rio de Janeiro (RJ) em 11/07/95 para onde caminhará Colecionador honesto?

A imprensa brasileira tem o direito de continuar sensacionalista?

Que estranha ilusão é essa das campanhas de desarmamento? Como se pode imaginar que a ausência de armas de fogo em mãos de cidadãos honestos trará o fim da violência?

A quem interessa a clandestinidade de brasileiros que apreciam armas de fogo? É correto nossos esportistas do tiro continuar a competir internacionalmente em desigualdade de condições?

Quem responde essas questões?

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Edição Especial - Ed. 41 - Revólveres TAURUS 4 - Nov / Dez 2010

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Editorial

Uma Especial Dedicação

Após termos editado, com sucesso, três publicações Especiais sobre Revólveres, abrangendo várias marcas e modelos existentes no mercado nacional e internacional, vimos que era chegada a hora de homenagear exclusivamente os produtos genuinamente brasileiros - e quem mais poderia representá-los senão a conhecidíssima Taurus?

Afinal, nos anos oitenta, a cada quatro dessas peças de Armamento vendidas no Brasil, três eram produzidas pelas Forjas Taurus - isso trazendo como conseqüência a enorme quantidade delas existentes em todo o País.

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Edição 60 - Ano 10 - Setembro/Outubro 1999

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Editorial

O grande erro de Bill Clinton

Em maio deste ano o mundo soube da 4ª tragédia envolvendo adolescentes com armas de fogo em pouco mais de 8 meses e no segundo mandato do presidente Bill Clinton.

Curiosamente, isso ocorreu poucos dias depois que o político maior dos EUA anunciou que também proibiria a importação de armas longas semiautomáticas que se pareçam de dotação militar e totalmente automáticas, ou seja, aquelas lá conhecidas como fuzis de assalto, como se isto, a aparência da arma, tivesse alguma importância. Como se percebe mais uma idiotice presidencial dele para “premiar” algum grupelho político dos EUA que se intimida com a aparência e não com a verdadeira potência do artefato.

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Edição 105 - Ano 17 - Abril/Maio 2009

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Editorial

A ilusão do desarmamento

A completar 05 anos neste 2009 que praticamente se inicia, o Estatuto do Desarmamento reproduz fielmente um velho ditado popular: O tempo é o senhor da verdade. Quando o populista governo resolveu promover legislação restritiva de direitos constitucionalmente assegurados, muitos se manifestaram, ações de inconstitucionalidade foram ajuizadas, predominando exclusivamente o poder, a força política que ironicamente foi fortemente utilizada em prejuízo do povo, dos cidadãos honestos que viram e sentiram o cerceamento do direito à propriedade, do direito à segurança e do próprio direito à vida. Não foram suficientes os nefastos exemplos demonstrados: Grécia antiga, em 430 aC; Turquia, de 1911 a 1917; Rússia de Stalin, em 1917; União Soviética, de 1929 a 1953; China, de 1948 a 1952; Alemanha, de 1938 a 1944; Uganda, de 1971 a 1979; Camboja, de 1975 a 1977; países em que seus governantes, sob a enganosa bandeira do desarmamento, promoveram famigerados massacres humanos.

Por outro lado, de nada valeu a comprovada e fartamente demonstrada experiência negativa de países como Austrália, Canadá, Inglaterra e Jamaica, que optaram pela política do desarmamento e terminaram por absorver significante majoração dos índices de criminalidade e violência. Razões de soberania nacional como o sucateamento da indústria bélica nacional, a colocação brasileira de 3º lugar como vendedor de Armas Curtas nos EUA e os problemas estratégicos de cunho militar e policial da legislação foram relegados. A perda de 100 mil empregos diretos proporcionados pela indústria bélica brasileira; e respectivos tributos, também não foram considera dos.

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