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É com prazer que apresentamos a revista MAGNUM!

MAGNUM é uma Revista dedicada ao universo das Armas de Fogo. Aborda Colecionismo, Tiro Esportivo, Munições, Recarga, Balística e Legislação pertinente ao assunto. Além de abordar Arqueiria, Caça, Cutelaria, promover entrevistas com pessoas ligadas a cada um desses setores e cobrir lançamentos de novos produtos - no Brasil e no mundo -, buscando estimular seus Leitores ao trânsito saudável, consciente e responsável através desses temas.

Confira abaixo 5 Edições Completas para Assinantes MAGNUM

Edição Especial - Ed. 31 - Fuzis 2 - Mar / Abr 2008

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Editorial

Caro Leitor, O enorme sucesso da Edição especial denominada Fuzis 1 praticamente nos compeliu a produzir este exemplar que agora Você tem em mãos!

Como sempre, a pauta definida para este Especial de MAGNUM foi objeto de estudos por parte de nossas Editorias visando trazer, neste veículo, mais um apanhado do melhor que foi escrito sobre o assunto Fuzis; e nele “viajaremos” entre os tradicionais modelos de ação manual de ferrolho (como o Mauser 1894, o Walther 66 BL e o Winchester 70) e aqueles automáticos/semi-automáticos de gerações mais recentes - aqui muito bem representados através das marcas Beretta (SC 70), Armalite (AR-18), Galil e outros, obviamente não nos esquecendo de uma arma extraordinária para a função de Sniper, que é o PSG-1 da conhecidíssima fabricante H&K.

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Edição Especial - Ed. 42 - Pistolas 5 TAURUS & IMBEL - MAR/ABR 2011

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Editorial

Série Pistolas 5 TAUROS & IMBEL

Diferentemente da indústria de Armamento norte-americana ou mesmo da europeia, a fabricação de pistolas semiautomáticas no Brasil percorreu caminhos tortuosos e que tinham como início, basicamente, um aproveitamento (e em certos casos uma releitura) dos modelos produzidos nas duas áreas geográficas citadas.

Contudo, aos poucos foi sendo cria do um “padrão brasileiro” - o qual de certo modo afastou os Projetistas daquelas armas anteriormente baseadas em modelos preexistentes e deu vazão a produtos que apresentavam características próprias, tanto em linhas quanto em processos de funcionamento, sem que alguns dos modelos anteriores fossem abandonados, mas mesmo assim criando uma visão só nossa; e que algumas vezes chegou a ser adotada no exterior pelas características de inovação.

Desse modo, nosso País viu crescer, desde a década de 70, a oferta de diferentes pistolas por ambas as fábricas brasileiras do segmento: Taurus e Imbel, fazendo então com que a possibilidade de escolha fosse ficando cada vez maior. Com a liberação do então considerado “poderoso” calibre .380 ACP por nosso então Ministro do Exército, Leônidas Pires, em dezembro de 1987 (anteriormente, civis só tinham acesso aos calibres .22 LR ou Short/Curto, 6,35 mm Browning e 7,65 mm Browning, se guindo a esquisitíssima linha de pensamento por nós denominada de “calibres que matam mais ou que matam menos”), a indústria nacional tomou novo impulso; e os Projetistas puderam então trabalhar a idéia da criação de novos tipos de Armamento dentro do conceito de Armas Curtas.

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Edição 107 - Ano 17 - Setembro/Outubro 2009

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Editorial

Uma das cois as realmente importante na Literatura é a capacidade de sobrevivência de um dado texto: se ele for bom - e “pegar na veia” - apresentará grandes possibilidades de ser cultuado no futuro como uma peça a ser eternamente lembrada.

Para tanto, o tal texto deverá conter algumas características que o façam entrar para esse grupo de eternidade - seja por ensinamento profundo nele contido ou, ainda, por discorrer sobre cer tos fatos que irão, de uma maneira ou de outra, espelhar o que ocorria durante o período em que foi escrito, então automaticamente se tornando documento histórico.

Isso praticamente aconteceu com um de nossos Editoriais, há muitos anos, o qual continha um terrível vaticínio - aquele relativo a, um dia, termos nossa possibilidade de Defesa Pessoal restrita através do confisco de Armamento. Nele o personagem central era um rapaz que, ao ler o que o pai tinha escrito para ele pouco antes de morrer, soube que havia, bem escondida em um ponto da propriedade onde vivia, uma arma que conseguira sobreviver ao confisco e que fora ao jovem deixada para que ele pudesse ter ao menos um instrumento de defesa, caso fosse necessário.

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Revista Magnum Edição 121

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Editorial

2014: um ano de grandes expectativas!

É com grande satisfação que volto a escrever no editorial da Revista MAGNUM, em especial por ser na primeira edição de 2014. No ano da Copa do Mundo da FIFA, todos os olhares estão voltados para o campo. São os jogadores e a bola os destaques principais deste grande espetáculo. Registro aqui minha forte torcida pela seleção brasileira de futebol.

Ressalto as oportunidades que se abrem com os megaeventos no Brasil para o segmento de Segurança. O Portal da Copa, que é o site do Governo Federal Brasileiro sobre evento, tem uma seção específica onde trata do tema ‘Segurança Pública e Defesa’ e destaca o investimento de R$ 1,9 bilhão.

Em um evento de tal porte que envolve milhares de pessoas e transforma a rotina de todo nosso país, o papel das Empresas Estratégicas de Defesa e Segurança se torna ainda mais imprescindível. Neste cenário, não podemos também deixar de ressaltar a realização dos Jogos Olímpicos em 2016, que inclusive contará com a participação de nossos Atletas do Tiro Esportivo Brasileiro. Tenho certeza de que eles farão uma grande participação.

O Brasil será o primeiro país na história que receberá uma Copa do Mundo FIFA seguida da realização dos Jogos Olímpicos. Isto representa, sem dúvida, um marco na história do Esporte mundial. Falando em marco, e tratando agora sobre história da Caça no Brasil, a liberação do abate do Javali pelo IBAMA no ano passado é um fato de extrema importância para o segmento, já que abriu a possibilidade da atividade da Caça regulamentada durante o ano todo; e devidamente autorizada. Importante ressaltar que outras espécies invasoras já são objeto de estudo científico no país em função dos prejuízos que representam à biodiversidade. Um exemplo é a pesquisa, sobre a superpopulação da POMBA, que está sendo feita no Estado do Mato Grosso do Sul.

É notório que cada vez mais cresce o reconhecimento - inclusive por instituições ambientalistas - de que a Caça Esportiva regulamentada é, de forma inquestionável, a melhor forma de equilíbrio da fauna e um eficaz instrumento de conservação da natureza e de movimentação da economia. Este assunto está tão em evidência que a Revista MAGNUM fará uma Edição Especial só sobre este tema. Aguardem!

Desejo que 2014 seja realmente um ano especial, e que este momento de alegria e confraternização por meio do Esporte envolva todo o povo brasileiro.

Salesio Nuhs

Diretor Comercial e de Relações Institucionais da CBC e Presidente da ANIAM - Associação Nacional da Indústria de Armas e Munições

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Edição 67 - Ano 12 - Novembro/Dezembro 1999

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Editorial

Os incompetentes

Esta é uma crônica que objetiva chamar a atenção de nossos leitores para a crise geral de incompetência que grassa atualmente entre as autoridades brasileiras. Como nosso veículo é específico de Armas de Fogo e assuntos correlatos, vamos nos restringir a esses temas, mas pedindo ao leitor que verifique que incompetência no trato da coisa pública não é exclusividade de nosso segmento.

Comecemos pela incompetência do IBAMA – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis, cuja única preocupação tem sido aparecer na televisão “capturando” sertanejos das regiões Norte e Nordeste que têm que caçar alguma coisa em busca de proteínas. Será que o IBAMA é competente apenas para isso? Onde está sua função de zelar por um adequado manejo cinegético de nossa fauna? Essa gente definitivamente não quer entender que o Brasil é o único país do mundo que ainda não tem uma legislação nacional de caça.

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